Posts Tagged ‘Web’

Safira Estrela

Saturday, November 10th, 2007

Safira Estrela é uma personagem fictícia de quadrinhos da DC Comics.


Origem

Carol Ferris, vice-presidente da Ferris Aeronáutica, e namorada de Lanterna Verde Hal Jordan, foi escolhida pelas Zamorianas (ex-consortes dos Guardiões do Universo) como sua nova rainha, dotando-a de uma jóia que a transformava na vilã Safira Estrela.
Quando transformada, ela não tinha lembranças como Carol Ferris, e tornava-se má, com um profundo ódio por homens. A jóia lhe proporcionava poderes semelhantes aos dos Lanternas Verdes.
Seus combates com Hal Jordan foram inúmeros.
Ela foi responsável pela morte da Lanterna Verde de Korugar, Katma Tui.

Resources

Hilda Campofiorito

Saturday, November 10th, 2007

Hilda Eisenlohr Campofiorito (Rio de Janeiro, 3 de agosto de 1901 — Niterói, 16 de janeiro de 1997) foi uma pintora, desenhista, ceramista, tapeceira e designer de jóias brasileira.

Era casada com o também pintor Quirino Campofiorito, nora de Pietro Campofiorito e mãe de Italo Campofiorito, ambos arquitetos.


==

  • Mais informações sobre o artista

Resources

  • KAFÉ ROCEIRO - Nóis é jeca mais é jóia! KAFÉ ROCEIRO - Nóis é jeca mais é jóia! PIADA , POLITICALHA E TODO TIPO DE BESTEIROL "()Depois que os dois livro eu li, fiquei me sintindo bem,
  • KIZOMBA - JOIA Lyrics Kizomba Lyrics, Joia Lyrics. Jóia,ê bo k´um ta amá,n´ta sinti feliz na bo presencia Se bo ta sinti,manera k´um ta sinti,esprezam bo
  • Jóia da Terra Jóia da Terra.
  • Jóia Hotel Poços de Caldas Joia Hotel em Poços de Caldas. Suites com frigobar, ar condicionado, telefone, tv com controle, hidromassagem. Piscina térmica coberta. No Centro da cidade,
  • AJORIO - . Informativo Jóia Carioca Jóia Carioca Nº9. Jóia Carioca Nº8. Jóia Carioca Nº7. Jóia Carioca Nº6. Jóia Carioca Nº5. Jóia Carioca Nº4. Jóia Carioca Nº3. Jóia Carioca Nº2
  • A Jóia Uma jóia era utilizada normalmente como fonte de deleite e beleza, mas não podemos negar sua íntima ligação com forças místicas.
  • Caetano Veloso - Discografia Jóia 1975 - Polygram. 1, 04:43, Minha mulher · Letra · Áudio 8, 01:26, Jóia · Letra · Áudio. 9, 02:30, Help · Letra · Áudio
  • Joia Prata - Venda Joia Prata - Venda à Venda. 167 anúncios com as palavras Joia Prata, preço médio R$ 114.06 (de R$ 9.00 até R$ 495.00) em 03 de novembro de 2007
  • Tags:
    Posted in Uncategorized | No Comments »

Questão Militar

Saturday, September 8th, 2007

A chamada Questão Militar foi uma das questões que assinalaram a crise do regime imperial no Brasil, conduzindo à proclamação da República em 1889.

Na realidade trata-se de uma sucessão de conflitos registrados entre 1884 a 1887, suscitados pelos embates entre oficiais do Exército Brasileiro e a monarquia, conduzindo a uma grave crise política que culminou com o fortalecimento da campanha republicana.


A Questão Militar


Antecedentes

A composição social dos quadros do Exército, que até cerca de 1850 era formada pela elite brasileira, adquiriu contornos mais populares no período, diante dos baixos soldos, das precárias condições de vida e da lentidão nas promoções na carreira. Desse modo, os filhos da elite deram lugar aos filhos dos próprios militares ou de funcionários públicos, que se interessavam pela vida militar.

Com a vitória na Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870), o Exército saíra fortalecido e prestigiado, passando a formar profissionais comprometidos com a corporação. Embora alguns oficiais atuassem na esfera política, a sua lealdade maior era para com a corporação e não para com o governo. Ao mesmo tempo, a Escola Militar na praia Vermelha tornara-se um centro de estudos matemáticos e humanísticos, onde pontificavam as idéias do positivismo, sobretudo após o ingresso de Benjamin Constant como professor na instituição.


O estopim

A causa imediata da Questão Militar foram as declarações do Tenente-coronel Antônio de Sena Madureira (1836-1889), oficial de prestígio que privava da amizade do próprio Imperador, que em 1883 se opôs ao Projeto de Lei de autoria do Visconde de Paranaguá, que obrigava a contribuição ao montepio dos militares. Por sua atitude, Senna Madureira foi punido.


O novo incidente

No ano seguinte (1884), Senna Madureira convidou uma das personalidades da luta pelo abolicionismo no Ceará, o jangadeiro Francisco José do Nascimento (o Dragão do Mar, que se recusara a transportar escravos em Fortaleza), a visitar a Escola de Tiro do Rio de Janeiro, da qual era comandante. A homenagem ao abolicionista converteu-se em nova punição para Senna Madureira, desta vez transferido para a Escola Preparatória de Rio Pardo, na Província do Rio Grande do Sul.


A proibição de manifestações pela imprensa

thumb|Deodoro da Fonseca.

Essa transferência gerou polêmica no meio militar, levando o Ministro da Guerra, Alfredo Chaves, a proibir os militares de travar discussões através da imprensa. O Presidente da Província e Comandante das Armas do Rio Grande do Sul, General Deodoro da Fonseca, recusou-se a cumprir a ordem, e foi chamado de volta à Corte. A proibição, porém, acabou revogada e o Gabinete que a emitiu, censurado pelo Congresso Brasileiro.


O caso do Coronel Cunha Matos

Em agosto de 1885, durante investigações em um quartel da Província do Piauí, o Coronel Cunha Matos descobriu que o comandante era corrupto. Denunciado o fato, Cunha Matos que pertencia ao Partido Liberal, pediu o afastamento daquele oficial, do Partido Conservador. Por essas razões, Cunha Matos foi violentamente criticado no plenário da Câmara dos Deputados e na imprensa, pelo então Deputado Simplício Rezende, do Partido Conservador, que acusou Cunha Matos de conduta covarde durante a Guerra da Tríplice Aliança.

A veemente defesa do Coronel também foi através da imprensa. Como era proibido, Cunha Matos foi punido com dois dias de detenção. Enquanto isso, no Rio Grande do Sul, Senna Madureira também se manifestou, através do periódico republicano A Federação, à época redigido por Júlio de Castilhos, conhecido por suas idéias republicanas.

Júlio de Castilhos, ainda na direção do A Federação, em setembro de 1886, escreveu um artigo intitulado Arbítrio e Inépcia, que denunciava o modo pelo qual a Coroa vinha tratando os militares, sustentando que o Exército Brasileiro era a única instituição que ainda se mantinha impoluta, num ambiente nacional de ruínas.


A adesão da Escola da praia Vermelha

A sucessão dos acontecimentos envolvendo o Coronel Senna Madureira, o Coronel Cunha Matos e a polêmica veiculada pela imprensa, culminaram com a manifestação dos alunos da Escola Militar da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro. Indignados, os cientistas, apelido que lhes era atribuído devido à sua formação, em outubro de 1886, declararam o seu apoio ao então General Deodoro.

Por não discordar com os fatos e com a sua punição, Senna Madureira havia se desligado do Exército. O General Deodoro, por sua vez, foi exonerado e transferido para o Rio de Janeiro. À chegada de ambos à Capital, no dia 26 de janeiro de 1887, foram recepcionados e ovacionados como heróis pelos cadetes da Escola Militar. Ciente de que grande parte do Exército apoiava Deodoro, o governo recuou de sua investida contra os militares e, em meados do mês de maio, D. Pedro II demitiu o Ministro Alfredo Chaves, outorgando o perdão a Senna Madureira, Cunha Matos e Deodoro.


A fundação do Clube Militar e a Questão Servil

Os militares do Exército organizaram-se, a partir de 1887, com a fundação do Clube Militar. Com o agravamento da Questão Servil, os oficiais solicitaram, por intermédio de seu presidente, Deodoro, que o Ministro da Guerra desobrigasse o Exército de caçar escravos fugidos, o que, na prática, já ocorria.


Deodoro e a proclamação da República

Enquanto a insatisfação militar crescia, ganhava força entre a tropa a propaganda Republicana. Finalmente, a 11 de novembro de 1889, em meio a mais uma crise, personalidades civis e militares, entre as quais Rui Barbosa, Benjamin Constant, Aristides Lobo e Quintino Bocaiúva, tentaram convencer Deodoro - figura conservadora e de prestígio - a liderar o movimento contra a monarquia. Relutante a princípio, entre outros motivos por ser amigo do Imperador, Deodoro acabou concordando em, pelo menos, derrubar o Visconde de Ouro Preto, chefe do Gabinete. Desse modo, assumindo o comando da tropa, nas primeiras horas do dia 15 de novembro, Deodoro dirigiu-se ao Ministério da Guerra, onde se reuniam os líderes monarquistas. Todos foram depostos e foi proclamada a República no país.


Bibliografia

  • As questões Militares
  • Bibliografia da História do Brasil
  • CARVALHO, José M. de. Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. Editora Cia. das Letras.
  • CASTRO, Celso. Os Militares e a República. Editora Zahar.
  • SCHULTZ, John. O Exército na Política. São Paulo: Edusp.

Resources