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Naraku

Tuesday, August 19th, 2008
é o vilão principal da série InuYasha. Seu nome significa em japonês antigo inferno. Ardiloso e ousado é talvez um dos maiores vilões das séries de animes e mangás, junto com Makoto Shishio, Freeza, Mestre Ares, M. Bison e outros.


Habilidades

Naraku é um meio-youkai, tal como InuYasha. Porém ele tem uma vantagem sobre o protagonista da série. Ele pode escolher o dia em que fica mais fraco, ao contrário de InuYasha, que fica mais fraco a cada dia que a lua desaparece. Ele têm a capacidade de manipular venenos, conhecida como Miasma. Também têm a capacidade de regenerar partes danificadas e amputadas de seu corpo. Para vigiar seus inimigos e aliados rebeldes se utiliza de insetos venenosos. Outra habilidade notável sua é desprender extensões de seu corpo, que nada mais são do são crias suas. Dentre elas estão Kagura, Kanna, Juuroumaru, Onigumo (ou Musou), Akago, Hakudoshi e outros.

Pode ainda utilizar os fragmentos da Jóia de Quatro almas para controlar outras pessoas. Dessa forma ele controla Kohaku. Tem também a capacidade de criar barreiras muito poderosas. Se caracteriza por nunca fazer o trabalho sujo com as próprias mãos, que por sua vez é feito por suas crias.


Surgimento

O bandido Onigumo foi queimado e se encontrava imóvel. A sacerdotisa Kikyou o resgatou e passou a cuidar dele. Com o tempo Onigumo se apaixonou por Kikyou. Porém depois que ficou sabendo da relação da sacerdotisa com InuYasha se deixou ser devorado por milhares de youkais, que unidos deram origem a Naraku. Ele ambiciona corromper a Jóia de Quatro almas.


Histórico

Após seu surgimento, Naraku cria uma armadilha. Ele fere gravemente Kikyou se disfarçando de InuYasha. E se disfarçando de Kikyou e ataca Inuyasha com flexas fazendo com que ele acredite que foi traido por ela, logo apos Kikyou o lacra em uma árvore com uma flechada. Pouco antes de morrer Kikyou volta até seu vilarejo e resolve se cremar junto com a Jóia de Quatro almas. Depois disso colocou uma maldição do buraco negro (kazaana) no avô paterno de Miroku. Tal maldição é hereditária (ou seja passa de pai para filho), e por conta disso seu avô e seu pai faleceram.


Na série

Cinquenta anos depois Naraku volta. A Jóia de Quatro almas voltou e ainda veio a se fragmentar. Objetivando destruir InuYasha faz uma aliança com Sesshomaru, que em troca ganhou um braço novo. Porém ele é novamente vencido por InuYasha e Sesshomaru se rebela contra Naraku. Depois disso mata toda o clã dos exterminadores de youkais, e ainda por cima coloca a culpa em cima de InuYasha. Os únicos sobreviventes são Sango e seu irmão menor Kohaku. A primeira trava uma pequena luta contra InuYasha, porém depois se alia com o mesmo e seus amigos. Mas Kohaku cai sob o domínio de Naraku. Em uma armadilha através de Kagura mata grande parte da tribo de Kouga.


Características do personagem

Naraku é um ser bastante observador e conhecedor da natureza psicológica das pessoas e dos youkais. Se utiliza disso para manipular qualquer pessoa a seu dispor. Conseguiu fazer isso até mesmo com Sesshoumaru, que não demonstra seus sentimentos para ninguém.

Julia Petit

Wednesday, August 13th, 2008

Julia Petit é uma produtora musical, publicitária e modelo brasileira.

É filha do publicitário Francesc Petit (DPZ) e ex-namorada de Beto Lee, filho da cantora Rita Lee. Júlia já foi designer de jóias e atualmente é proprietária da Produtora Ludwig-Van.

Ganhou o prêmio Leão de Ouro de Cannes 2003[1] pela produção da trilha sonora do comercial da marca GE e produziu a trilha de desfiles do estilista André Lima, na São Paulo Fashion Week 2007 [2].


Referências


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  • Entrevista de 2001, com Júlia Petit

British European Airways

Monday, August 4th, 2008

British European Airways (BEA) foi uma companhia aérea fundada em 1946 por um decreto do parlamento inglês. Deixou de existir em 1973, quando fundiu-se com a British Overseas Airways Corporation (BOAC) para formar a British Airways.


Acidentes

  • Vôo BE609 da British European Airways
  • Vôo 548 da British European Airways

Brosingamene

Monday, August 4th, 2008

Brosingamene é a tiara da Freyja (ou Freya), Deusa do amor, irmã de Frey (ou Frei). Essa tiara possuía a luz de Freya.


Lenda do Verão e do Inverno

Freyja teve o seu Brosingamene roubado por Loki, o astuto, o travesso, o mexeriqueiro dos deuses. Ele se escondeu em Dreun, lugar onde os mortos ficam e somente os deuses podem ir e depois retornar. Lá escondeu a jóia para que Freyja nunca a encontrasse. Hearhden, o poderoso ferreiro dos deuses, ficou muito abalado com toda a história, já que todas as almas partilhavam da tristeza de Freyja e a escuridão estava em torno dela. Ele decide ajudá-la. Ele recuperou a jóia e devolveu a ela. Quando ela foi sair de Dreun, Hulda não deixou. Para que ela pudesse partir, ela teria que dar algo dela para Hulda. Por não querer se livrar da sua tão preciosa jóia, Freyja fez um trato com Loki. O contrato dizia que o Brosingamene ficaria durante seis meses com Freyja e Loki ficaria com ele durante os outros seis meses do ano. Enquanto Loki fica com Brosingamene, Freyja fica angustiada e cai novamente em desespero, trazendo mais uma vez a escuridão a sua volta. Para esconder suas lágrimas, toda luz, toda vida e todas as criaturas juntam-se a ela em seu terrível destino. Por isso que, na metade da roda do ano, quando Loki está com o Brosingamene, Freyja fica desesperada, a escuridão desce e o mundo torna-se frio e gélido. Na outra metade do ano, quando Freyja recebe novamente sua jóia, não há limites para sua felicidade, então a escuridão é substituída pela Luz e o mundo torna-se quente mais uma vez.

Impulso

Thursday, July 17th, 2008

Impulso é a grandeza física que determina a atuação de uma força. É a medida do esforço necessário para manter o corpo em movimento ou em repouso. A unidade no Sistema Internacional de Unidades para o Impulso é o N.s (newton segundo ou newton vezes segundo). Só há transferência de Impulso para um corpo se a quantidade de movimento deste corpo variar. Se a quantidade de movimento do corpo permanecer constante, ou for conservada, não haverá impulso.

Obs.: A unidade do Impulso também pode ser escrita como
kg.m/s, esta unidade vem da relação entre impulso e
variação da quantidade de movimento.


Equações

O impulso(<math>\,\!I</math>) é igual à variação da quantidade de movimento (<math>\,\!\Delta P_{}</math>) de um corpo.

<math>\,\!I=\Delta P_{}</math>

Pode também ser calculado a partir de uma força aplicada sobre um corpo (<math>\,\!F</math>) e do tempo de atuação dessa força (<math>\,\!\Delta t</math>).

<math>\,\!I=F.\Delta t</math>


Variação da Quantidade de Movimento

A variação da quantidade de movimento pode ser calculada a partir da massa do corpo (<math>\,\!m</math>) e da variação de velocidade (<math>\,\!\Delta v</math>).

<math>\,\!\Delta P_{}=m.\Delta v</math>

Também é possível calcular a variação a partir da quantidade de movimento inicial (<math>\,\!P_{I}</math>) e da quantidade de movimento final (<math>\,\!P_{F}</math>).

<math>\,\!\Delta P_{}=P_{F}-P_{I}</math>

Ou ainda

<math>\,\!\Delta P_{}=mv_{F}-mv_{I}</math>

Por consiguinte

<math>\,\!\Delta P_{}=m.\,\!\Delta V_{}</math>

O impulso também pode ser calculado de outras formas, por exemplo dada uma função F(x), ou seja em q F(força) seja variável, devemos fazer a integraação de F(x).


Tópicos Relacionados

  • Movimento retilíneo

Jacaré (desambiguação)

Monday, July 14th, 2008

Jacaré pode ser:

  • Jacaré - réptil da família alligatoridae da ordem crocodylia
  • Jacaré - rio brasileiro dos Estados da Bahia e Sergipe
  • Jacaré - rio brasileiro do Estado de Goiás
  • Jacaré - bairro brasileiro da cidade do Rio de Janeiro
  • Jacaré - mascote do Brasiliense, clube de futebol brasileiro
  • Jacaré - um grupo extinto de índio do Brasil.
  • Jacaré - um dançarino brasileiro de axé music.

Pforzheim

Thursday, July 10th, 2008

Pforzheim é uma cidade no sul da Alemanha no estado de Baden-Württemberg, com 119.000 habitantes. A cidade localiza-se a norte da Floresta Negra, 25 km a este de Karlsruhe e 27 km a oeste de Stuttgart.

Pforzheim é uma cidade independente (Kreisfreie Städte) ou distrito urbano (Stadtkreis), ou seja, possui estatuto de distrito (kreis).

É conhecida como a cidade do ouro (Goldstadt), devido a ter sido durante muito tempo o centro da indústria de jóias e relógios da Alemanha.

Lorde do Parlamento

Monday, June 30th, 2008

Um Lorde do Parlamento é um membro da mais baixa série do Pariato da Escócia, abaixo do visconde. A Escócia difere-se do resto do Reino Unido porque a série mais baixa de seu pariato não é barão. Na Escócia, “barão” se refere a um “barão feudal”. Assim, um Lorde do Parlamento escocês equivale-se a um barão inglês.

Não há uma designação feminina para “Lorde do Parlamento”, que é referido como Lorde X; enquanto que suas esposas são Lady X. Os filhos e as filhas dos Lordes do Parlamento possuem o título O Honorável ou A Honorável, enquanto que o seu herdeiro aparente é “O Mestre de [nome do pariato]”. Caso não haja um herdeiro homem, a filha será “A Senhora de [nome do pariato]”.

A criação dos Senhorios do Parlamento cessou-se em 1707, quando a Escócia e a Inglaterra combinaram-se para originar o Reino da Grã-Bretanha. Assim, os parlamentares foram juntados.

Alternativamente, um Lorde do Parlamento pode se referir a qualquer membro da Câmara dos Lordes.

Arte fenícia

Friday, June 13th, 2008

A arte fenícia refere-se à expressão artística dos Fenícios um povo semita do mundo antigo. Sua origem é desconhecida, mas se estabeleceu na Fenícia (região mediterrânea correspondente ao Líbano, Síria e Israel) por volta de 3000 a.C. Os Fenícios eram altamente civilizados (inventaram um sistema de escrita anterior ao alfabeto moderno) e eram hábeis comerciantes marítimos, chegando a fundar colônias através do Mediterrâneo, principalmente Cartago. Atingiram o auge do poderio entre 1200 e 800 a.C.. Foram conquistados pelos Persas no século VI a.C.

Sua arte mais típica é representada nos escaravelhos de jaspe verde, encontrados principalmente nos cemitérios cartagineses da Sardenha e de Ibiza. No período helenístico, destacaram-se na confecção de sofisticados sarcófagos de mármore e ficaram famosos como artistas e artesãos, mas poucos trabalhos em larga escala sobreviveram até nossos dias. No entanto, graças à sua atividade mercantil, os pequenos artefatos chegaram a se difundir pelo mundo mediterrâneo, muitos deles encontrados em escavações. Sobressaíram-se também na confecção de objetos de luxo, como jóias, estatuetas, garrafas de vidro e alabastro, caixas de marfim e recipientes de bronze.


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  • Arte antiga
  • Fenícios

Migrações dos povos bárbaros

Sunday, May 25th, 2008

Na História da Europa, dá-se o nome de invasões bárbaras, ou período das migrações, ou a expressão alemã Völkerwanderung [fœlkervandəruŋ], à série de migrações de vários povos que ocorreu entre os anos 300 a 900 a partir da Europa Central e que se estenderia a todo o continente. A referência aos bárbaros, nome cunhado pelos gregos e que em grego antigo significava apenas estrangeiro, foi usada pelos Romanos para designar os povos que não partilhavam os seus costumes e cultura (nem a sua organização política),pode induzir alguns leitores, incorrectamente, na hipótese que as migrações implicaram violentos combates entre os migrantes e os povos invadidos. No entanto, a história provou que nem sempre assim foi, já que os romanos também eram chamados de “bárbaros” (estrangeiros) pelos gregos e os povos migrantes já coexistiam pacificamente com os cidadãos do Império nos anos que antecederam este período.

Destacam-se, neste processo, os Godos (originários do sudeste europeu), os Vândalos e os Anglos (da Europa Central), entre outros povos germânicos e eslavos. Os motivos que despoletaram estas migrações em todo o continente são incertos: talvez como reacção às incursões dos Hunos, pressões populacionais ou alterações climáticas.

Os historiadores modernos dividem este movimento migracional em duas fases. Na primeira, de 300 a 500, assistiu-se a uma movimentação de povos maioritariamente germânicos por toda a Europa, colidindo, portanto, com as várias regiões ocupadas pelo Império Romano. Foram os Visigodos os primeiros a eclodir com o Império — na verdade, os Visigodos foram inicialmente contratados para ajudar na defesa das fronteiras do Império, mas mais tarde seriam responsáveis pela invasão da península Itálica; de imediato, seguiram-lhes os Ostrogodos, liderados por Teodorico.

Na segunda fase, entre os anos 500 e 700, assiste-se ao estabelecimento progressivo dos Eslavos na Europa do Leste, tornando-a predominantemente eslava, num movimento iniciado pela ocupação da região da actual República Checa.

Os Búlgaros eram estabelecidos em Europa pelo século II. No século IV parte deles migrou do Cáucaso do Norte a Arménia. Em 632 estabeleceram a Grande Bulgária (Η παλαιά μεγάλη Βουλγαρία nos crónicas romanas) no território entre o Cáucaso e o Danúbio. No século VII Búlgaros migraram também à Baviera, à Itália, à Panónia e à Macedónia. Em 681 o Reino Búlgaro expandiu aos Balcãs ao sul de Danúbio, e no século IX era o berço do Eslavo Eclesiástico e alfabeto cirílico, que nos séculos subseqüentes foram espalhados aos estados europeus medievais tais como Rússia, Croácia, Sérvia, Valáquia, Moldávia, etc.

Já excluídos do período de migrações, mas ainda na Baixa Idade Média, formam-se ainda movimentos migratórios, nomeadamente o dos Magiares, para a Panónia, e, mais tarde, dos Turcos para a Anatólia e do Cáucaso (século XI), e ainda a expansão dos Vikings a partir da Escandinávia, ameaçando o recém-estabelecido Império Franco na Europa Central, por Carlos Magno. No século VIII os árabes tentaram invadir Europa do sudeste, mas foram derrotados por Khan Tervel de Bulgária e pelo imperador romano Leo III em 717, e desviaram sua expansão à Península Ibérica.


Circunstâncias

Os limites do Império Romano no século IV, portanto já dividido em duas metades (Ocidente e Oriente), faziam fronteira com várias culturas não romanizadas: na África, os Berberes e as tribos do Sudão, a norte, desde a península escandinava em direcção ao mar Negro, na região além do Reno e o Danúbio, os Germanos, populações tipicamente nómadas. Estes povos foram genericamente designados pelos Romanos como povos bárbaros, numa clara alusão ao facto de não partilharem o mesmo nível civilizacional e costumes de Roma. No entanto, estes grupos já conheciam estes aspectos do Império e, inclusive, alguns transitavam livremente para dentro e fora das fronteiras. Várias tribos germanas se instalaram pacificamente no interior do Império, chegando mesmo a integrar o exército romano, quer como soldados quer como mercenários, contribuindo reciprocamente na defesa das fronteiras. Este fenómeno ganhou particular dimensão após a crise do terceiro século. Por volta do ano 400, 30 ou 50 por cento do exército romano era composto de mercenários germânicos. Sem outra saída, alguns grupos bárbaros foram alistados no exército de Roma como unidades inteiras para ajudar na defesa contra outros grupos. Isso foi muito popular durante as guerras civis do século IV, quando aspirantes ao trono romano precisavam levantar exércitos rapidamente. Essas unidades bárbaras mantinham seus próprios líderes e não tinham a lealdade e a disciplina das legiões.

Vivendo em solos pouco férteis, os Germanos dedicavam-se, sobretudo, ao pastoreio, embora, à data do contacto com os Romanos, já se dedicassem ao cultivo de cereais. As terras não cultivadas pertenciam à tribo, enquanto que as casas e mobiliário eram propriedade privada; as terras de cultivo eram sorteadas equitativamente de ano a ano entre as famílias, embora no século II este tipo de propriedade passasse a ser propriedade familiar, apenas alienável pelo consentimento de todos os membros da família. Organizavam-se politicamente através de um rei, escolhido de uma família particular (considerada de origem divina), embora a autoridade estivesse formalmente nas mãos de uma assembleia de homens livres e com idade suficiente para usar armas. Nos tempos de guerra, era eleito um general que detinha todo o poder. Por esta altura, os Germanos coexistiam pacificamente com o Império: os utensílios e moedas encontrados em túmulos germanos provam a existência de relações comerciais entre as duas civilizações, principalmente nas regiões entre o Elba e o Mediterrâneo, ao longo do vale do Reno, e pelo Vístula e mar Negro.

Durante o século III, os Germanos tomam contacto com o Cristianismo, provavelmente devido aos prisioneiros capadócios levados à região dos Godos. Com efeito, tem-se conhecimento de Ulfila representar, algures no século IV, o grande apóstolo deste povo. Através de Ulfila, os Godos aderem ao Cristianismo na sua forma ariana, considerada herética na altura. Porém, esta vertente cristã ir-se-ia difundir rapidamente entre os Germanos, Vândalos, Gépidas e Alamanos.

As relações entre bárbaros e romanos não se limitavam, contudo, à esfera comercial e cultural: o exército romano ia-se transformando num corpo profissional profusamente incorporado por mercenários que, sucessivamente, ia substiuindo as legiões e a aristocracia chegando mesmo a ingressar na família imperial — um filho de Teodósio II desposou a filha do vândalo Estilicão. A sucessiva falta de mão-de-obra no campo obrigava o Império a permitir a entrada destes povos, formando assim assentamentos caracterizados distintamente: os federados, ligados a Roma por um contrato, aos quais era permitida a preservação dos costumes, organização social e política, em troca da prestação de serviço militar. No decorrer do século IV estes tratados de federação aumentavam substancialmente, na tentativa de vencer a crise que se aproximava.

O progressivo desmembramento do Império, aliado ao incremento da corrupção e escassez de meios para controlar e fortificar as fronteiras, levaram à canalização do esforço defensivo para as regiões críticas do Império, como a própria capital. Como consequência, as fronteiras tornavam-se cada vez mais instáveis e, finalmente, devido à pressão dos Hunos oriundos de nordeste, as populações bárbaras adensaram a penetração no Império, na tentativa de manterem-se protegidas.


A instabilidade de Roma

A estrutura administrativa do Império dependia fortemente dos tributos que impunha aos novos vencidos: além de uma forma de pagar as despesas da guerra, eram também impostos como medida de benevolência ou castigo pela resistência durante as conquistas. A paralisação das conquistas tinha igualmente paralisado o afluxo destes impostos (que iam diminuindo progressivamente). No século III tinham já diminuído consideravalmente e no século seguinte já se haviam esgotado.

Na tentativa de contrapor a crise, é organizado um pesado sistema de impostos, e ditada uma lei que obrigava a hereditariedade das actividades exercidas, o que significa que as profissões eram herdadas pelos filhos do actual funcionário. Os filhos de soldados sucediam os pais nas fileiras, os colonos mantinham-se fixados ao solo que cultivavam. O êxodo urbano dos aristocratas, paralelamente à formação das castas, provocou o surgimento no Ocidente de senhorios rurais, as villae, que constituíram o principal quadro da vida económica e social da época, e antecederam o feudalismo.

No ano 395 o Império Romano é formalmente dividido duas partes: o Oriente, com as províncias mais ricas e populosas, e o Ocidente, em acelerada decadência. Por esta altura, alguns bárbaros coexistiam pacificamente no interior do Império; no entanto, no século V dá-se um afluxo exorbitante de povos em busca de protecção contra os Hunos que se mobilizavam em direcção à Europa latina.


Na Europa Ocidental


Os Hunos

Segundos alguns cronistas chineses, os Hiong-nu (Hunos) seriam povos nómadas que constituíam uma ameaça constante ao Império Chinês. Foi para se proteger dos seus ataques que a dinastia Han (202 a.C.-220 d.C.) construiu a Grande Muralha. Ainda assim, a China do Norte foi devastada e, mais tarde, com a chegada dos novos invasores mongóis, os Hunos deslocaram-se para oeste, abrindo caminho pelas planícies russas derrotando os Alanos e os Sármatas e, por volta de 370, cruzaram o Volga e o Don, confrontando os germanos Ostrogodos, já sedentarizados. O escritor latino Amiano Marcelino descreve o pânico provocado nas regiões invadidas destes homens de pequena estatura e pele escura que, incapazes de se fixarem fosse onde fosse, se deslocavam constantemente, arrastando consigo as famílias, instaladas com todos os seus haveres em carroças.

Depois de se desembaraçar do seu irmão Bleda, o khan (rei) dos Hunos, Átila, inicia o governo das hordas hunas, a partir de 434. O historiador grego Prisco, que teve ocasião de o conhecer pessoalmente numa embaixada, deu destaque à simplicidade e sentido político deste homem, cujas lendas a respeito o caracterizam como barbaramente selvagem.

No século V, os Hunos abandonam o nomadismo, instalando-se nos territórios balcânicos, onde tomam conhecimento do avanço tecnológico o estilo de vida das civilizações helenizadas. Por esta altura, Honória, filha da imperatriz Gala Placídia, decide vingar-se do seu banimento pelo irmão Valentiniano III, enviando a Átila uma carta na qual solicita ajuda e que o Huno entende como uma proposta de casamento. Sabe-se que em 443 chegaram diante de Constantinopla e, em 448, penetram na Grécia até às Termópilas. Para conter os temíveis invasores, Teodósio II é obrigado a pagar-lhes um tributo anual.

No entanto, sem razão aparente, Átila volta-se para Ocidente e, em 451 atravessa o Reno, destrói Metz e Troyes. É por esta altura que surge a lenda da Santa Genoveva que incita os parisienses à resistência. Porém, Átila ignora Paris e sitia Orleães, cuja queda lhe permitiu entrar em contacto com o reino dos Visigodos. No entanto, é Aécio que trava o khan, e que, com a ajuda de Teodorico I, rei visigodo da Aquitânia, consegue unir os Romanos, Francos, Alanos e Burgúndios na batalha dos Campos Catalúnicos (Junho de 451), forçando os Hunos a uma retirada para a margem oposta do Reno.

Átila refez suas forças e, no ano seguinte, move-se em direcção à península Itálica, apoderando-se de Aquileia e devastando Milão, Feltre, Pádua e Pavia, cujas populações se refugiam nos Apeninos. O próprio imperador Valentiniano III abandona Ravenna para se refugiar em Roma. Observando a incapacidade do imperador romano de defender o território, o Papa Leão I confrontou pessoalmente Átila em Mântua numa conversa cujo teor nunca foi descrito, logrando fazê-lo desistir de invadir a cidade em troca de um tributo considerável. Muitos atribuíram o fato de Roma ter sido poupada à intercessão milagrosa do Papa Leão I. Ao que parece, o medo da peste, as superstições de Átila e um compromisso com o imperador Valentiniano III livraram a Roma do saque. Átila morreria a 455, antecipando o colapso do império huno.

Em 463 chegaram à península itálica os Daneses, de seguida os Hérulos e, finalmente, os Ostrogodos liderados por Odoacro (com batalhas em Isonzo e em Verona). Ressalva-se também uma deslocação dos Francos em 594 para o norte de Itália, com violentos confrontos.


Ostrogodos

Derrotados pelos Hunos, parte dos Ostrogodos conseguiu fugir para oeste, aliando-se aos Visigodos, enquanto que a restante passou a integrar, tal como os Alanoss e Sármatas, a poderosa cavalaria huna. Também os Visigodos seriam derrotados pelos Hunos e, sem escapatória, pediram asilo nas terras do Império Romano, que seria consentido pelo imperador Valente. Dava-se a entrada de todo um povo ameaçado pelos hunos, como prelúdio para as grandes invasões. A penetração foi pacífica, porém os romanos passaram a explorar, de forma sórdida, os visigodos. Estes se rebelaram e surpreendentemente venceram os romanos na Batalha de Adrianópolis (378).

O Imperador do Ocidente, Graciano, concedeu terras aos visigodos, adotando uma política amigável que deu certo, até por volta de 406, quando a Itália foi invadida pelos suevos, vândalos e burgúndios.

A 482, Teodorico, rei dos Ostrogodos, conseguia fixá-los na Mésia, província situada ao norte da península balcânica.


Burgúndios

Estas movimentações seriam imitadas por diversos outros povos, dos quais se destacam os Burgúndios, cujos domínios na margem esquerda do Reno seriam destruídos pelos Hunos em 437, sendo obrigados a deslocar-se para oeste, na região do alto vale do Ródano, entre Lyon e os Alpes. O rei Gondicário e a maior parte dos seus guerreiros foram chacinados de forma atroz; pensa-se que este facto estará na origem provável dos poemas heróicos dedicados à morte dos reis burgúndios, cujas reminiscências se encontram nos Edas nórdicos. Combinados com a lenda de um herói mítico, Siegfried, os Edas deram origem, no século III, ao Nibelungenlied (Canção dos Nibelungos) e nos quais, já no século XIX, Richard Wagner se inspirou para um ciclo de quatro óperas, O Anel dos Nibelungos.

Nos finais do século V, o reino burgúndio estendia-se da actual Borgonha ao baixo vale do Ródano e das Cévennes à Suíça Ocidental. Em 532 foram finalmente submetidos pelos Francos, e o seu território anexado à Nêustria.


Alanos, Suevos e Vândalos

A 406, os Alanos, Suevos e Vândalos atravessaram a fronteira do Reno. Entre 407 e 409, a Gália foi saqueada por Alanos, Suevos e Vândalos, que logo de seguida (409-411) se apoderaram da Hispânia. Estilicão foi obrigado a chamar as legiões estacionadas na Bretanha e na Gália do norte, acabando assim com o domínio romano sobre a Bretanha.

Esses povos bárbaros fundariam na África, em 429, o primeiro reino independente em solo do Império. Os Suevos seriam empurrados pelos Alanos para noroeste, fixando-se na Galécia, enquanto que os segundos foram etnicamente absorvidos pelos Vândalos em direcção a África. É nesta movimentação que os Vândalos, sob a liderança de Genserico, sitiam a cidade africana de Hipona, onde morreria o Santo Agostinho, em Agosto de 430, e ocupam Cirta e Cartago, ao cabo de grande resistência; apoderam-se em seguida das Baleares, da Córsega, da Sardenha e da Sicília. Potenciados pelas divergências religiosas da sua vertente ariana contra o catolicismo romano, os Vândalos confrontar-se-iam daí para a frente várias vezes com o Império, chegando mesmo a saquear Roma, em 455. Em 470, o império mediterrânico dos Vândalos estende-se do Norte de África às ilhas mediterrânicas.

A dominação Sueva seria terminada pelos Visigodos aquando da sua invasão bárbara da Península Ibérica, enquanto o reino vândalo seria conquistado por Belisário.


Visigodos

Enquanto isso, os Visigodos, chefiados por Alarico I, revoltaram-se novamente contra a exploração dos funcionários romanos em 401. Entraram na península Itálica e invadiram a planície do Pó, mas foram repelidos. Em 408 atacaram pela segunda vez e desta vez chegaram às portas de Roma. O chefe godo entrou em Roma (24 de Agosto de 410) e pilhou a capital do império (ver Saque de Roma). Depois de três dias de saques, em 27 de Agosto, Alarico partiu para o Sul da Itália, com o objetivo de atingir a África, no entanto os seus planos foram gorados com a perda da frota e a sua morte precoce. Seu substituto, Ataulfo, estabeleceu-se na Gália e estendeu os seus domínios até à Península Ibérica, conseguindo afastar os Alanos e os Vândalos. Ataúlfo instala a sua base em Bordéus e torna-se aliado dos romanos.

A pedido do imperador Flávio Augusto Honório, invadem a Hispânia (418), onde se instalam como federados. Para conquistar o domínio da península Ibérica, os Visigodos tiveram que enfrentar Suevos, Alanos e Vândalos que já se haviam aí fixado. Em compensação, obtêm de Roma o direito de se estabelecer no sudoeste da Gália.

Após a morte de Teodorico I, na batalha dos Campos Catalúnicos (451), os seus filhos Teodorico II e Eurico alargam as possessões que, em 476, se estendiam já do Atlântico aos Alpes do Sul, e do Loire a Gibraltar.

Os Visigodos foram gradualmente empurrados da Gália pelos Francos, perdendo o seu reino de Tolouse, embora seu reino de Toledo tenha subsistido na Península Ibérica até 711, data em que se deu início a uma invasão muçulmana que os confinou a um pequena região nas Astúrias.


Anglos, Saxões e Jutos

Em meados do século V, os Saxões, os Anglos e os Jutos abandonaram o norte da Germânia e a Península da Jutlândia para invadir a Britânia, já evacuada desde o início do século V. A região foi submetida por esses povos que, apesar da feroz resistência, empurram os Bretões para o lado ocidental. No sul, os jutos fundaram o Reino de Kent. Também no sul, os saxões fundaram os reinos de Essex, Wessex e Sussex. Os anglos se estabeleceram no norte e centro, onde fundaram os reinos de Ânglia Oriental, Nortúmbria e da Mércia. Os reinos independentes dos Anglo-Saxões ir-se-iam tornar rivais entre si. Mais tarde, a região foi conquistada pelos Vikings.


Hérulos

O último imperador romano do Ocidente, Rômulo Augustulo, tinha sua autoridade praticamente restrita à cidade de Roma. Os bárbaros hérulos, que faziam parte do exército romano, depuseram-no em 476, colocando no poder seu chefe, Odoacro, que se intitulou rei da Itália. Assim acabou-se definitivamente a autoridade do Império Romano do Ocidente. Essa data marca oficialmente a Queda do Império Romano, assinala o fim da Idade Antiga e o início de Idade Média.


Francos

A Gália, no centro da Europa, que já assistira à passagem de muitos dos povos germânicos que migraram durante este período, já vinha sendo assediada pelos Francos desde o século II. Em grande parte devido à sólida estrutura política, souberam sobreviver à fase das migrações, e fixavaram-se definitivamente na Gália Belga (Renânia, Bélgica e Artois), a cerca de 430, também com o consentimento do Império Romano, como federados, ajudando a defender as fronteiras, durante algum tempo; destaca-se a aliança de Childerico I com o Império contra os Visigodos. Com efeito, foi a primeira dinastia de reis francos, a dos Merovíngios, que conseguiu erradicar a presença alamana, burgúndia e visigótica (na batalha de Vouillé em 507, que marcou o fim do Reino Visigodo de Toulouse). Começava assim, subtilmente, a expansão do império Franco, anexando vários territórios vizinhos. O seu rei Clóvis (482-511), converteu-se para o cristianismo e promoveu uma aliança com a Igreja Católica.


Repercussões

Enquanto o desmembramento do Império se tornava inevitável — em 455 os Vândalos de Genserico pilharam Roma; os Visigodos, Suevos e Burgúndios declaram-se independentes em 476; o chefe Odoacro depõe o último imperador do Ocidente, Rómulo Augusto, e envia as insígnias imperiais ao imperador do Oriente — os Bárbaros assimilavam a língua e grande parte dos costumes romanos, enquanto introduziam, mais ou menos harmoniosamente, os hábitos e termos germânicos.

Terminava assim o Império do Ocidente. No entanto, a civilização persistia: as instituições políticas, como o Senado e o Consulado subsistiram entre os bárbaros. Em 493, o chefe ostrogodo Teodorico tomou o poder na Itália, fazendo-se reconhecer como representante legítimo do imperador bizantino. Permaneceram intactos o estatuto do latim como língua oficial e as estruturas sociais; o grande obstáculo então eram as diferenças de religiões: o choque entre o Catolicismo e o Arianismo.

Não obstante, de 456 a 472, o Império Romano revelava a sua fragilidade, denunciada pelas movimentações bárbaras: durante este período, foram sucessivamente nomeados e destituídos vários imperadores. Em 475, é Orestes, um panónio outrora ao serviço de Átila, que faz nomear imperador o seu filho de 12 anos, o jovem Rómulo Augusto, que reinou escassos meses, até que Odoacro, chefe dos mercenários instalados na Itália, organize uma revolta que culmina na deposição de Rómulo, que é relegado para a Campânia. Era a queda definitiva do Império Romano.

Só graças à reconquista da Itália pelos exércitos bizantinos é que o imperador Justiniano I conseguiria restabelecer a unidade imperial, reconquistando também o norte de África e parte da Hispânia; o reino Vândalo foi, portanto, destruído (534), enquanto que na península Ibérica a monarquia visigótica foi seriamente enfraquecida.

As medidas de Justiniano durariam pouco tempo. Na verdade, o enfraquecimento das regiões reunificadas seria a principal causa para o impacto do surgimento do Islão, cujas repercussões se verificaram na península Ibérica e no corte de ligações entre as duas metades do Império Romano.


Legado


Arte

Embora este período seja considerado um período de decadência artística, os estudos recentes confirmam que houve, de facto, alguma expressão, inserindo-a portanto como ramo da arte pré-românica. No caso particular da arte visigótica, esta exprimiu-se na península Ibérica desde a entrada dos Visigodos (415) até à invasão muçulmana da Península Ibérica. Na Gália, entre os finais do século V e os finais do século seguinte, assiste-se a um incremento do número de mosteiros, que passa de 40 para 250, embora de uma forma geral, a arquitectura civil em pedra pareça ter quase estagnado.

Porém, e ainda no século II, surge um interesse artístico particular em peças em ouro e com incrustações de pedras preciosas por parte dos Godos, possível legado dos Cítias e Sármatas, e mesmo alguma influência romana, reconhecida popularmente entre os Hunos. A produção artística consiste sobretudo de jóias (broches, anéis, brincos, fíbulas ou alfinetes, colares), placas e fivelas de cinto. Este período fornece também alguns objectos de culto: relicários, cruzes e coroas, com técnicas de trabalho do metal muito refinadas. A damasquinação consiste em incrustar, por martelamento, um fio de ouro, prata ou cobre, numa superfície de cobre ou prata. A joalharia cloisonnée consiste em desenhar uma série de alvéolos separados por pequenas peças metálicas a uma placa de metal.

Talvez os melhores exemplos sejam os achados na Roménia (em Pietrarossa), como esta grande águia. Os Godos portaram este estilo à Itália, Gália e Hispânia e, um exemplo disso, é esta coroa votiva de Recesvinto, rei de Toledo, de cerca de 670, encontrada em Fuente de Guarrazar, perto de Toledo, que não se destinava a ser usada, mas sim exposta numa igreja. A popularidade deste estilo policromático pode ser confirmada pela descoberta de uma espada no túmulo de Childerico I, rei dos Francos, data do século V.


Literatura

Na literatura, destacam-se poetas como Rutílio Numaciano (Rutilius Numatianus) que, no seu poema «De reditu suo in patriam libri II» descreve o seu regresso de Roma à Gália; Merobaude (Flavius Merobaudes), um retórico hispânico («Laus Christi»). Entre os historiadores, destaca-se Paulo Orósio (Paulus Orosius), também hispânico que nos fala da história da criação do mundo, tema muito popular na Idade Média, em «Adversus paganos». Na teologia, Próspero de Aquitânia (Prosperus a Aquitania) compôs «De ingratis», um poema moralista com fim didáctico, e o Papa Leão I (Leo I Summus Pontifex), profundo pensador, que deixou Sermões e Epístolas.

Em 438, torna-se memorável o Código de Teodósio, publicado em Constantinopla. Ainda antes da morte de Teodósio II, é divulgada a Consultatio, uma colecção de pareceres legais da época. Na gramática, Fábio Plancíade Fulgêncio (Fabius P. Fulgentius) deixou «Mithologicon libri III», «Virgiliana continentia» e «De Abstrusis sermonibus», e Fulgêncio (Fulgentius), que escreveu «De aetatibus mundi», um tratado teológico. Na verdade, durante o reinado de Teodósio, surgem grandes representantes de actividade intelectual: Anício Mânlio Torquato Severino Boécio (Anicius Manlius Torquatus Severinus Boetius), que escreveu «De consolatione philosophiae», Magno Félix Enódio (Magnus Felix Enodius), autor de um panegírico a Teodorico e de outros trabalhos poéticos, Prisciano (Priscianus) escreveu «Institutiones grammaticae», Êutiques (Eutyches), «Ars de verbo», e M. Aurélio Cassiodoro (Magnus Aurelius Flavius Cassiodorus) cuja produção durou além dos seus registos públicos: as «Chronica», sobre História Universal, «Historia Gothorum», «Lectiones divinae» e «Institutiones divinarum et saecularium literarum».

Destacam-se ainda compilações especiais por Gregório de Tours (Georgius Florentinus Gregorius) «História dos Francos libri X» e «Gildas», a História da Bretanha, e Venâncio Fortunato (Venantius Honorius Clementianus Fortunatus), um lírico, o Papa Gregório I (Gregorius I Summus Pontifex), que promoveu o canto eclesiástico, e Isidoro de Sevilha (Isidorus a Sevilla), com «Origines libri XX».


Sociedade

A progressiva cristianização dos povos ajudou a manter a língua latina, já que o fundamental era propagar o Evangelho. Porém, com a quebra da estrutura romana, o desenvolvimento tecnológico até então foi parado quase por completo. Na verdade, pode-se dizer mesmo que regrediu, em alguns casos. A cultura intelectual tornara-se um privilégio do clero, que dela se servia para os seus próprios propósitos, o que justifica que a literatura da época tenha um forte carácter reliogoso. As cortes teutónicas subsistiram, assim, como único refúgio para o espírito literário da Roma Antiga. É o Direito a disciplina que conservou os seus traços de vitalidade, e que esteve na base da constituição de novas nacionalidades, adaptando as leis antigas para a nova distribuição político-administrativa.

Algumas tentativas de adaptação foram precisamente o Édito de Teodorico, a Lex Romana Visigothorum e a Lex Burgundiorum.


Notas

  • Images from History: Os Godos, acedido em Fevereiro de 2006;


  • Invasões bárbaras da Península Ibérica


Bibliografia

  • Enciclopédia Abril, págs. 445-446, Abril Cultural, 1973
  • VARGUES, Guilherme, Bárbaros e Romanos: elementos da formação de um cenário dualista
  • Revista Carcasse, coluna Pesadelar
  • LAROUSSE, História do Mundo, edição portuguesa pela Selecções do Reader’s Digest, No tempo das grandes invasões, Bernard Brossolet (dir.), 1997


Terço (desambiguação)

Saturday, May 24th, 2008

Por terço pode estar à procura de:

  • Terço - objecto religioso;
  • Terço - antiga designação dada aos corpos militares nos exércitos ibéricos (Portugal e Espanha).
  • Terço da Armada (da Coroa de Portugal) - antiga designação para o Corpo de Fuzileiros.

Série geométrica

Friday, May 23rd, 2008

A série geométrica é a série que se obtém quando se tenta somar os infinitos termos de uma progressão geométrica:

<math>\sum_{n=0}^{\infty}r^{n}=1+r+r^2+r^3+\ldots</math> (Veja somatório)

Esta série é convergente se e somente se <math>|r|<1</math> e, neste caso, a soma vale:

<math>\sum_{n=0}^{\infty}r^{n}=\frac{1}{1-r}</math> (Veja somatório)


Convergência

Da teoria das progressões geométricas, temos que:

<math>\sum_{n=0}^{N}r^{n} = \frac{1-r^{N+1}}{1-r} = \frac{1}{1-r}- \frac{r^{N+1}}{1-r}</math>

É facil ver que se <math>|r|<1</math> então esta série é convergente e sua soma é dada por:

<math>\sum_{n=0}^{\infty}r^{n}=\frac{1}{1-r}</math>

Por outro lado, se <math>|r|\ge 1</math>, esta série não pode ser convergente pelo teste do termo geral.


Exemplos

Podemos utilizar esta série para calcular algumas series de Taylor:

  • <math>\frac{1}{1-x}=\sum_{n=0}^{\infty}x^n, ~~|x|<1</math>
  • <math>\frac{1}{1+x}=\sum_{n=0}^{\infty}(-1)^nx^n, ~~|x|<1</math>
  • <math>\frac{1}{1-x^2}=\sum_{n=0}^{\infty}x^{2n}, ~~|x|<1</math>

<math></math>

Fernando Sampaio

Friday, May 16th, 2008

Fernando Sampaio é um ator brasileiro,

Existe outros Fernandos Sampaio fazendo coisa mais importantes, que ser ator, mas enfim..


Carreira

  • 2006 Cidadão Brasileiro - Beto

Ator baiano, participou ao longo de sua carreira de diversos espetaculos na Bahia. Após 10 anos de teatro, deu incio a um novo horinzonte em sua carreira participando da Novela Cidadão Brasileiro na Rede Record.


Curiosidades

  • Já participou do Show do Tom, também da Rede Record.

Delegado de Polícia

Sunday, April 27th, 2008

O Delegado de Polícia é um profissional do direito, necessariamente bacharel em direito, aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos, a quem incumbe a supervisão, planejamento, coordenação e controle no âmbito da segurança pública, das investigações criminais e operações policiais. É ele quem preside o inquérito policial exercendo assim atividade de supervisionamento e coordenação dos trabalhos dos demais integrantes da equipe.

Resources

Borgs

Thursday, March 27th, 2008
Borg
Data de Origem: Antes do século 15 A.C.
Líder: Rainha Borg
Base de Operações: Unimatrix Um, Quadrante Delta
Linguagem Oficial: desconhecida, linguagem independente (mente coletiva)

Os borgs são uma fictícia raça alienígena de ciborgues no universo Star Trek (Jornada nas Estrelas). Eles são caracterizados por possuírem corpos melhorados através de implantes cibernéticos e por sua individualidade suprimido em favor de uma mente coletiva. Tem como objetivo “assimilar” todas as raças e tecnologias que por ventura encontrem, desde que possuam relevância tecnológica e cultural para alcançarem o que entendem como perfeição.

Ao abordar uma nave qualquer no espaço, sua mensagem é:


Visão geral

Os borg são um amálgama de muitas espécies humanóides diferentes que foram aperfeiçoadas com implantes cibernéticos, dando a eles um aumento em suas habilidades mentais e físicas. O nome Borg é uma abreviação de Ciborgue que por sua vez significa Organismo Cibernético. As mentes de todos os zangões Borg são conectadas via implantes e redes a uma mente coletiva, a Coletividade Borg, personificada pela Rainha Borg e controlada por um hub central, a Unimatrix Um. De acordo com eles mesmos, os Borg apenas procuram “aperfeiçoar a qualidade de vida de todas as espécies” integrando componentes orgânicos e sintéticos em sua busca por perfeição. Para este fim, eles viajam pela galáxia, aumentando suas fileiras e avançando através da assimilação de outras espécies e suas tecnologias, subjugando indivíduos capturados injetando nanosondas em seus corpos e implantando cirurgicamente próteses, rapidamente alterando sua anatomia biológica e bioquímica para o padrão Borg.


História

Desenvolvendo-se gradualmente através dos séculos no distante quadrante delta da galáxia, o primeiro contato formal dos Borg com a Frota Estelar ocorreu em 2365 por interferência de Q (Star Trek) no episódio “Q Who?” de Star Trek: A Nova Geração. Q transportou a Enterprise-D para o sistema FGC-J25, no vasto e distante quadrante delta por tempo o suficiente para que fossem expostos aos Borg. A Enterprise-D estava sendo facilmente sobrepujada por um Cubo Borg que interceptaram e Q os trouxe de volta para o espaço conhecido da Federação antes que fossem inevitavelmente derrotados e assimilados.

Guinan diz à Jean-Luc Picard: “Agora que eles sabem de sua existência…” e Picard conclui que muito em breve, eles encontrariam a Terra. Posteriormente, descobriu que aquele cubo estava agora em direção ao espaço da Federação, e que Q acabou fazendo a coisa certa pelos motivos errados. Assim a humanidade soube da ameaça iminente. O episódio “The Neutral Zone” estabeleceu que diversas estações em ambos os lados da Zona Neutra Romulana haviam sido destruídas como se “uma gigantesca mão tivesse arracando-as da superfície do planeta”, uma frase usada posteriormente para descrever lugares onde os Borg descobriram uma pequena comunidade e, eficientemente, usaram um raio trator para trazer espécies para assimilação a bordo da nave cubo.


A Enterprise-D e o Capitão Jean-Luc Picard

O segundo contato oficial e maior de todos entre a Federação e os Borg ocorreu no episódio em duas partes “The Best of Both Worlds”, largamente considerado entre fãs como o melhor episódio de todas as séries Star Trek.


Encontros com a Enterprise-E e a Voyager

Os borg fizeram aparições freqüentes sendo os antagonistas no filme Primeiro Contato e tiveram um de seus membros na tripulação da USS Voyager (NCC-74656) — Sete de Nove.


Naves Borg

Diversas naves Borg já foram observadas, todas aparentando simples formas geométricas com superfícies irregulares porém altamente detalhadas e um design extremamente generalizado e descentralizado.Essas naves têm tecnologia super avançada dentro do universo de star trek.


Cubo Borg

O modelo cubo Borg é um tipo de imensa nave estelar em forma de cubo que age como uma parte da coletividade Borg. Foi visto pela primeira vez no episódio “Q Who?” da série Star Trek: A Nova Geração sendo o primeiro contato dos Borg com a Frota Estelar em 2365.
O cubo Borg é a nave mais utilizada para a assimilação de outras espécies pelo seu enorme poder
e esse grande cubo tem uma tripulação de 5000 zangões Borgs.


Sonda Borg

Visto pela primeira vez no episódio “Dark Frontier” da série Star Trek: Voyager, esta pequena nave retangular Borg possuía apenas a metade do tamanho de uma nave classe “Intrepid” da Federação. No entanto, possuía o mesmo poder de fogo além de ser capaz de atingir velocidade transdobra.


Diamante Borg

A Rainha Borg usa esta nave, que contém dentro de si o Unicomplex, para conduzir todas as operações Borg. Este tipo de nave foi visto apenas uma vez, no episódio “Dark Frontier” em Star trek: Voyager.


Batedor Borg

A nave batedora Borg é cubóide, porém muito menor que sua contraparte padrão, o Cubo Borg. Possui 2.5 milhões de toneladas métricas, muitos metros em comprimento, altura e profundidade, e suporta uma tripulação de 5 Borg. Foi encontrada pela primeira vez pela tripulação da USS Enterprise-D em uma lua do sistema Argolis no episódio “I, Borg” em Star Trek: A Nova Geração.


Esfera Borg

A nave esfera foi vista pela primeira vez no filme Star Trek: Primeiro Contato. Estava localizada dentro de um Cubo Borg com uma grande escotilha e foi usada como nave de fuga na detruição do referido cubo.
A esfera Borg se locomove usando os mesmos princípios do Cubo Borg porém com a adição da capacidade de gerar feixes de partículas cronomêtricas, possibilitando-a a se deslocar pelos fluxos temporais enviando-a para o passado. Segundo a Rainha Borg, em conversa com Jean-Luc, os seres humanos pensam em três dimensões.


Cubo Tático

O cubo tático Borg é menor que o cubo Borg e possui melhor blindagem e armamentos.


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  • Star Trek Brasil

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Tempo de execução

Sunday, March 23rd, 2008

Em informática, tempo de execução ou runtime (termo em inglês), é o período em que um programa de computador permanece em execução. O termo “tempo de execução” é um contraponto ao termo tempo de compilação, que é uma referência ao período em que o código é compilado para gerar um programa executável.

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4 a.C.

Saturday, March 8th, 2008


Eventos

  • Morte do rei Herodes, o Grande, que teria ordenado a morte de todas as crianças nascidas por volta do ano 7 a.C., na esperança de que Jesus também fosse executado.


Nascimentos

  • Séneca, filósofo (data aprox. m. 65 d.C.)


Falecimentos

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Teatro Bernardim Ribeiro

Monday, February 25th, 2008

A planificação do Teatro Bernardim Ribeiro (Estremoz) começou a 1 de Maio de 1916. Após várias reuniões, constituiu-se uma comissão para a sua construção, da qual faziam parte diversas personalidades locais, como, por exemplo, Marques Crespo, José Rosado da Fonseca, Carlos Frederico Luna e José Maria Reynolds Graça Zagalo.

O terreno de implantação deste imóvel foi doado por João Reynolds. Este terreno situava-se num arruamento que fora ‘conquistado’ à muralha seiscentista havia poucos anos, e essa era uma zona para a qual a então vila de Estremoz se expandia com alguma rapidez.

Havendo o terreno, foi, então, executada a planta do imóvel pelo arquitecto lisboeta Ernesto da Maia (o autor do projecto da Escola Primária Masculina de Veiros, hoje Museu Escolar).

As obras devem-se a Manuel da Silva, que realizou tudo o que era carpintaria, panos de anúncios, etc. As magníficas modelações em gesso são da autoria de António Martins Esteves e as pinturas decorativas saíram das mãos de um artista oriundo de Portalegre — Benvindo Ceia. A primeira iluminação eléctrica foi trabalho de José Luís Vergas da Rocha.

A inauguração do teatro fez-se em 22 de Julho de 1922 pela famosa actriz portuguesa Amélia Rey Colaço. Tinha, por esta data, 816 accionistas. Mais tarde a Câmara Municipal de Estremoz tomou conta desta jóia do teatro português.

Foi-lhe atribuído o nome do alentejano Bernardim Ribeiro em homenagem a este poeta quinhentista que tão bem escreveu sobre os seus amores com sua prima Aónia, supostamente Joana Tavares Zagalo, que terá falecido no Convento das Clarissas, em Estremoz.

Bernadim Ribeiro

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Aliança (acordo)

Saturday, February 23rd, 2008

Aliança, no sentido de acordo, é um pacto entre duas ou mais partes objetivando a realização de fins comuns.


Características

Uma aliança pode ser realizada em diversos âmbitos: militar, comercial, político, dentre outros. Normalmente, uma aliança combina elementos de diversos destes âmbitos, podendo haver preponderância de um deles.

Alguns passos são costumeiramente seguidos em alianças. Em primeiro lugar, uma aliança tem uma fase prévia de estudos e negociações, em que cada parte procura obter as melhores condições.

Chegando-se a um denominador comum, realiza-se uma formalização do acordo atingido. Ainda que seja possível estabelecer uma aliança informalmente, esta não é a praxe. O rito de formalização atende, a um só tempo, a dois objetivos: cria nos participantes o sentido de compromisso e fornece elementos palpáveis para que se cobre o cumprimento do que venha a ser acordado.

A fase seguinte é a da execução, em que os partícipes devem estar preparados para a oposição de antagonistas, a ocorrência de fatos contrários ao que foi planejado, bem como a eventual falha por parte dos demais aliados, deliberadamente ou não.

Uma aliança pode ser firmada por prazo determinado ou não. Na primeira hipótese, o término pode ter por causa o decurso de tempo ou a ocorrência de determinado fato.

O rompimento de uma de uma aliança pode ocorrer de forma consensual ou não, ressalvado que, por força de limitações legais, nem sempre é possível operar a rescisão.


Aliança militar

Tem-se uma aliança militar quando duas ou mais forças bélicas, constituídas cada qual sob comandos centrais distintos, unem-se para promover ou repelir um ataque, podendo ser firmada em tempos de paz ou de guerra.

Em geral, as alianças militares são celebradas formalmente, por meio de tratado diplomático que assegura a mútua assistência em caso de ataque a qualquer um dos membros. Há casos em que esta formalidade não passa de um pretexto para organizar um ataque, na tentativa de evitar o desgaste que traz o fato de ser o iniciador de uma guerra.

Algumas das mais importantes alianças militares ao longo da história foram:

  • Santa Aliança, formada em 1815 no Congresso de Viena por Rússia, Áustria, Prússia e Reino Unido, após a derrota de Napoleão Bonaparte
  • Tríplice Aliança, formada por Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai, na Guerra do Paraguai;
  • Tríplice Entente, formada por França, Reino Unido e Rússia, durante a I Guerra Mundial;
  • Tríplice Aliança, formada por Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália, também durante a I Guerra Mundial, em oposição à Tríplice Entente;
  • Eixo, formada por Alemanha, Itália e Japão, durante a II Guerra Mundial;
  • Aliados, formada sob a égide dos EUA, do Reino Unido, da França, da URSS e da China, também durante a II Guerra Mundial, em oposição às potências do Eixo;
  • OTAN, formada pelo Canadá e por países da Europa alinhados aos EUA, durante a Guerra Fria, tendo resistido ao fim das hostilidades;
  • Pacto de Varsóvia, formada por países do leste europeu alinhados à URSS, em oposição à OTAN, tendo sido dissolvida após o fim da Guerra Fria.


Aliança comercial

Uma aliança comercial pode ser firmada por duas ou mais empresas, bem como pode ser firmada por dois ou mais países.

O principal objetivo de uma aliança comercial é a otimização de esforços para conquistar consumidores ou fornecedores ou, ainda, para desenvolver determinado produto ou serviço em conjunto. Outra meta comumente buscada em alianças comerciais é a fixação de preços mínimos, prática muitas vezes proibida por lei.

Entre empresas, é comum a celebração de acordos tais como joint ventures e cartéis, por meio de contratos, escritos ou não. Já entre países, é comum a celebração de tratados diplomáticos visando à estipulação de regras de comércio exterior.

Como exemplo de aliança entre empresas pode ser citado o consórcio responsável pelo desenvolvimento do DVD.

Os blocos econômicos (Mercosul, União Européia) são exemplos de aliança comercial entre países. Ainda que haja um forte componente político, o fator econômico é preponderante.

Outro exemplo de união entre países é o cartel formado pela OPEP.


Aliança política

Uma aliança política pode ser celebrada no plano internacional ou no plano nacional. Em ambos os casos, podem-se encontrar componentes ideológicos, assim como meros interesses de conquistar mais poder ou dinheiro.

Nas democracias ocidentais modernas, os partidos políticos são o canal por excelência para a celebração de alianças. Todavia, outras organizações da sociedade também são partes ativas no jogo político.

Exemplo arquetípico de aliança política foi a realizada pela burguesia, pela plebe e pelo Baixo clero Baixo Clero, no curso da Revolução Francesa.

Na história contemporânea, pode ser registrado, dentre tantos outros exemplos, o movimento brasileiro Diretas já, que reuniu diversos segmentos da sociedade na luta pela eleição direta para presidente.

Outra forma bastante comum de aliança política é a coligação eleitoral, em que dois ou mais partidos se unem para disputar eleições. Entretanto, é comum que se efetuem alianças políticas mesmo após as eleições, a fim de assegurar a governabilidade, sobretudo nos sistemas parlamentaristas.

No plano internacional, podem ser citados como exemplos de alianças políticas a Interpol, a Comunidade Britânica (Commonwealth) e a Organização Internacional da Francofonia (Organisation internationale de la francophonie).


Outras formas de aliança

Em verdade, existem várias situações da vida humana que podem ser consideradas como uma aliança. Para tanto, é preciso que haja a comunhão de esforços entre duas ou mais partes para a consecução de objetivos. Assim sendo, o casamento pode ser considerado uma aliança, não sendo à toa que se utiliza uma aliança para simbolizar a união.

A reunião de pessoas para formar uma instituição (empresa, associação etc) também tem os traços caracterísitcos de uma aliança. O mesmo ocorre quando se firmam pactos divinos, tal como se pode ler nas histórias bíblicas em que se celebram alianças entre Deus e seu povo.


Bibliografia

MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe.

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Pedro, o Grande (ovo Fabergé)

Wednesday, February 20th, 2008

Pedro, o Grande é uma jóia produzida sob a supervisão do joalheiro russo Peter Carl Fabergé em 1903 para o Czar Nicolau II que o deu de presente à sua esposa Alexandra Fyodorovna.


Características

Feito com estilo rococó, o ovo comemora duzentos anos da fundação de São Petersburgo em 1703. É feito de ouro com curvas em relevo preenchidas por rubis e diamantes, e inscições em superfícies esmaltadas em homenagem à Pedro.

Quando aberto, um mecanismo eleva uma miniatura feita em ouro do monumento à Pedro, o Grande sustentado por uma safira. O modelo foi criado por Gerogii Malychevin.


  • Ovo Fabergé

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Cubatão (desambiguação)

Monday, February 18th, 2008

Cubatão pode ser:

  • Cubatão - município brasileiro do Estado de São Paulo
  • Rio Cubatão - rio brasileiro que banha o Estado do Paraná
  • Rio Cubatão - rio brasileiro que banha o Estado de São Paulo
  • Rio Cubatão - dois rios brasileiros que banham o Estado brasileiro de Santa Catarina, um ao norte, abastece a cidade de Joinville outro ao sul, abastece parcialmente (junto com o rio Pilões) a cidade de Florianópolis. Para fazer distinção entre os dois, são chamados de rio Cubatão do Norte e rio Cubatão do Sul.
  • Rio Cubatãozinho - rio brasileiro que banha o Estado do Paraná.

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