Archive for December, 2007

Irineu Marinho

Monday, December 31st, 2007

Irineu Marinho Coelho de Barros (Niterói, 19 de julho de 1876 — Rio de Janeiro, 21 de agosto de 1925) foi um jornalista brasileiro.

Filho de João Marinho Coelho de Barros, contador e empreiteiro de obras, e Edviges de Sousa Barros. Desde cedo demonstrou ser um aluno aplicado. Em 1891 ingressa no colégio de William Cunditt (Liceu Popular de Niterói) onde fundou o Grêmio Literário Sílvio Romero e os jornais “A Pena” e “O Ensaio”. No ano seguinte transferiu-se para o Liceu de Humanidades de Niterói e iniciou colaboração regular no jornal O Fluminense.

Após a Revolta da Armada (1893-1894), foi morar no Rio de Janeiro e consegue emprego no “Diário de Notícias” (de Rui Barbosa) como revisor. Passou por todas as funções, desde repórter até diretor. Trabalhou por um tempo também no jornal “A Tribuna”.

Em 1903, casa-se com a filha de italianos Francisca Pisani, a “Dona Chica”, e tiveram seis filhos: Roberto, Heloísa, Ricardo, Hilda, Helena (que faleceu no primeiro ano de vida) e Rogério. Trabalhava duramente para sustentar e educar seus filhos com jornadas de até quinze horas diárias. Trabalha no prestigiado jornal “A Notícia” e tem como colegas Arthur Azevedo e Olavo Bilac.

Em seu estilo editorial incluem-se a defesa das causas nacionais, a crítica ao coronelismo e aos grandes trustes internacionais – como Lumber Corporation e Brasil Railway Co., estabelecidas no país.

Em 18 de julho de 1911 é fundado “A Noite”, primeiro vespertino do Rio de Janeiro, do qual é um dos acionistas, e cuja quota de 25 contos de réis é, segundo algumas histórias, proveniente de empréstimos feitos por amigos. Em 1913 seus desafetos da Brasil Railway Co. conseguem infiltrar um representante na sociedade – Geraldo Rocha.

Na revolta tenentista de 5 de julho de 1922 se posicionou favorável às idéias que culminaram no levante. Em conseqüência disso acabou sendo preso por quatro meses.

Em 1924 viaja à Europa com a família e aproveita para conhecer novas técnicas e equipamentos gráficos mais aperfeiçoados. Neste ínterim, no Brasil, Geraldo Rocha convoca a assembléia de acionistas e aumenta o capital do jornal, restando com Irineu a condição de acionista minoritário, o que acabou por expurgá-lo da empresa que ajudou a construir.

Em 1925 funda seu próprio veículo de comunicação, o jornal O Globo e o primeiro número circula em 29 de julho daquele ano.

Quase um mês depois de inauguração, no banheiro de casa, sofre um ataque cardíaco que o mata. Seu filho mais velho, ainda que relutante e se sentindo despreparado para a incumbência, assume o jornal quando o colaborador que substitui seu pai, também morre.

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Renault Trucks

Monday, December 31st, 2007

A Renault Trucks constitui a segunda empresa do Grupo Volvo, cuja dinâmica de actividade camião assenta no desenvolvimento específico de três marcas de referência no mercado mundial : Renault, Volvo e Mack.


uma jóia do grupo Volvo

A Renault Trucks está implantada em mais de 100 países diferentes nos 5 continentes. A concepção e a construção dos veículos rio


uma presença nos cinco continentes

A Renault Trucks está implantada em mais de 100 países diferentes nos 5 continentes. A concepção e a construção dos veículos, assim como a produção de componentes, são realizadas em França e em japao


Veículos


Gama entrega

  • Renault Master
  • Renault Mascott


Gama distribuição

  • Renault Midlum
  • Renault Premium


Gama construção

  • Renault Kerax
  • Renault Premium Lander


Gama longa distância

  • Renault Premium Route
  • Renault Magnum


Links

  • Renault Trucks global Website
  • Renault Trucks Portugal Website

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Kikyou

Monday, December 31st, 2007

é uma personagem da série InuYasha. É uma sacerdotisa (miko) que foi encarregada de vigiar a Jóia de Quatro almas (Shikon no Tama). Porém por conta de uma armadilha de Naraku faleceu, até que 50 anos depois foi ressuscitada com barro e seus ossos pela bruxa Urasue. Tem como irmã Kaede. No Brasil foi dublada por Letícia Quinto, com uma voz mais adulta.


Relação com Inuyasha

Conheceram-se como inimigos e se apaixonaram. Os dois descobriram uma nova vida um no outro, vida que eles acreditavam ser impossível para pessoas nas posições deles. Planejaram abandonar suas antigas vidas e começar uma outra, juntos. Sonho que foi interrompido por Naraku: vilão especialista em usar das fraquezas das pessoas como artimanhas para suas maldades, soube explorar muito bem a linha tênue existente entre o amor e o ódio. Fez com que os dois se odiassem. Kikyou, por ser humana, sentiu esse sentimento com mais intensidade que Inuyasha, logo sua resposta à suposta traição de seu amado foi mais intensa: o lacrou pela eternidade e escolheu morrer em seguida. O típico crime passional.

Rumiko Takahashi explora no trágico relacionamento de Kikyou e Inuyasha os papéis masculinos e femininos numa sociedade com poucas mudanças sociais; uma educação que impunha papéis bem específicos. Exemplificando, o amor de Kikyou e Inuyasha é, apesar de belo, impossível, uma representação de tudo o que é difícil num relacionamento entre um homem e uma mulher. São opostos fisicamente (meio-youkai e sacerdotisa: inimigos históricos) e psicologicamente (Inuyasha é ainda muito infantil enquanto Kikyou é uma mulher madura, segura de si e de seu papel na sociedade).


Passado

De início, Kikyou protegia a Jóia de Quatro almas de todos os demônios que queriam pegá-la para aumentar seu poder. Tais youkais eram obra da sacerdotisa Tsubaki, a qual amaldiçou Kikyou. Logo ela conhece InuYasha, um ser metade humano e metade youkai (hanyou) que queria pegar a Jóia para se transformar em um youkai completo. Com o tempo Kikyou se apaixonou por InuYasha.

Um dia InuYasha e Kikyou decidiram reunir-se para dar algo aos dois. Kikyou criou um colar Kotodama, que podia fazer com que InuYasha caia no chão com muita força caso Kikyou diga uma palavra especial. InuYasha lhe trouxe uma espécie de batom (em uma ostra) que era de sua mãe humana. Kikyou se sentiu culpada e não deu o colar. Em uma ocasião, Tsubaki tentou matar Kikyou lançando uma serpente demônio, porém Kikyou devolveu o ataque, jogando-o no olho de Tsubaki, a qual ganhou uma cicatriz ao redor de seu olho de pele de serpente. Desde então o ódio de Tsubaki só aumentou.

Kikyou se encontrava também cuidando de um bandido chamado Onigumo, o qual foi queimado e encontrava-se imobilizado. Kikyou cuidava dele e o alimentava. Com o tempo Onigumo desenvolveu um sentimento especial pela sacerdotisa. Eis que o mesmo deixa-se devorar por uma horda de youkais e se transforma em Naraku.


Primeira morte

Naraku desejava ver a Jóia de Quatro almas corrompida e para isso criou uma cilada contra Kikyou e InuYasha. Disfarçando-se de InuYasha Naraku a ataca de surpresa e a fere mortalmente. Em seguida Naraku devolve a jóia ao vilarejo, se disfarça de Kikyou e ataca InuYasha. Ele por sua vez sem entender nada resolve atacar o vilarejo e pegar a jóia, nisso Kikyou, que continuava gravemente ferida, chega e se depara com a cena de InuYasha fugindo com a Jóia de Quatro almas, acreditando que InuYasha sempre a enganara, com suas últimas forças ela o lacra com uma flecha sagrada na árvore, onde ele permanece lacrado por 50 anos, ela pede a sua irmã Kaede que queime seu corpo junto com a jóia, e morre logo em seguida.


Ressureição

Cinquenta anos se passaram. Uma jovem chamada Kagome Higurashi vêm do futuro com a Jóia de Quatro almas, e liberta InuYasha. Após juntarem-se com Miroku e Shippou, a bruxa Urasue ressuscita com barro e ossos Kikyou; Inuyasha ajuda, inconscientemente nesse processo, ao chamar o nome “Kikyou” (a alma de Kagome vai para o corpo da sacerdotisa). Ao ressuscitar, Kikyou pergunta furiosa a InuYasha o motivo de tê-la atacado. InuYasha responde que não fez nada com Kikyou, a qual acha que seu antigo amado está mentindo. Mas Kagome consegue, de alguma maneira, tomar a maior parte de sua alma de volta, deixando Kikyou com uma pequena parte. A bruxa Urasue afirma, antes de morrer, que a parte que ficou com Kikyou é apenas ódio do momento de sua morte.

Apesar do ódio de que a própria KIkyou diz sentir por Inuyasha, ela ainda o ama, e não nega isso. Tanto que ela deseja que ele morra também para que eles possam ficar juntos na eternidade, já que no mundo dos vivos isso não é mais possível.

Por seu corpo não ser de carne e osso e não possuir uma alma inteira, ela precisou encontrar maneiras de manter-se nessa segunda vida. A maneira encontrada por ela foi usar insetos carregadores de almas para pegar almas de moças mortas e dar para ela. Dessa maneira, seu corpo continua se movendo normalmente.

Essa Kikyou é bem diferente da antiga. Raramente sorri e permite-se sentir emoções negativas, como ódio, inveja e rancor. Mas com o passar do tempo, ela volta a ser mais parecida com a antiga sacerdotisa por quem Inuyasha se apaixonou. Ela é vista várias vezes ajudando pessoas e deixa de odiar Inuyasha.


Segunda morte

Naraku ressuscitou o Exército dos Sete para distrair InuYasha e seus amigos, enquanto ele realizava sua transformação no monte Hakurei. Após a derrota do Exército dos Sete e a destruição do monte Hakurei, Naraku surge, ainda mais poderoso. Desta vez ele retirou de si a essência de Onigumo, que impedia que Naraku matasse Kikyou. Após ser acertada por um golpe de Naraku, ela é derruba no miasma e supostamente morre. Entretanto, Kikyou não morre “de novo”, pois seu corpo feito de terra é resistente e não foi derretido. Mas o miasma que havia entrado dentro do ferimento a derretia de dentro para fora. E Kagome salvou-a por sentir-se obrigada a fazê-lo. Kikyou não a agradeceu por causa disso, dizendo-lhe que ela não a salvou de coração, apesar de ter tido boa vontade. A importância da colocação de Kikyou é dada bem mais adiante na estória.


Terceira Morte

O miasma injetado por Narak em Kikyou no monte Hakurei nunca saiu de seu corpo por completo, mesmo com a purificação de Kagome. De forma lenta, o miasma voltou a se espalhar pelo seu corpo. Sua situação piorou quando ela ajudou Mirok a se livrar do miasma que o estava matando. Então, em mais uma das armadilhas de Naraku, Kikyou, Inuyasha e Kagome se vêem presos em teias de aranha. Essas teias mostram a eles acontecimentos de 50 anos atrás, com o objetivo de macular seus espíritos. Kikyou, bastante enfraquecida, diz para Kagome que o único jeito de salvá-la seria dar-lhe uma flechada no peito, mas para isso Kagome teria que arrumar um novo arco (já que o da Kikyou havia se quebrado). Kagome, depois de enfrentar muitas dificuldades impostas por ela mesma (daí a importância do que Kikyou disse-lha na primeira vez que Kagome a salvou), consegue o novo arco. Kikyou e Naraku travam uma luta espiritual pelo poder da Jóia de quatro almas. Muito debilitada, ela não consegue purificar a jóia por completo, mas deixa um ponto de luz dentro dela. Kagome atira a flecha em Kikyou, mas já é tarde demais, e não surte efeito. Nos braços de Inuyasha, Kikyou diz que finalmente se sente uma mulher comum. Ao ouvir essas palavras, ele a beija - é o momento que esperam há muito tempo (Kikyou ser livre). Kikyou morre, em paz, nos braços de Inuyasha.

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Governo eletrônico

Monday, December 31st, 2007

Governo eletrônico, ou e-gov, do inglês electronic government, é uma tendência global. Governos de todo o mundo têm concentrado esforços no desenvolvimento de políticas e definições de padrões em termos de tecnologias da informação e comunicação, comumente chamadas de TICs, visando construir uma arquitetura interoperável a fim de munir os cidadãos com acesso a informações e serviços.

De modo geral, aceita-se a noção de governo eletrônico como ligada à prestação de serviços públicos por meio eletrônico, ou seja, utilizando-se recursos de tecnologia da informação, em caráter remoto e disponível no sistema 24/7 ou seja, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana.


O conceito inacabado de Governo Eletrônico

(extraído -com autorização- de VAZ, José Carlos. Limites e possibilidades do uso de portais municipais para promoção da cidadania: a construção de um modelo de análise e avaliação. São Paulo: EAESP/FGV, 2003, Tese de doutorado.)

JOIA (2002) aponta que o conceito de governo eletrônico é, ainda, um conceito
emergente, e que a literatura ainda não consolidou um conceito, uma vez que o conjunto
de fenômenos abarcados pela conceituação normalmente empregada é extremamente
abrangente.
A noção de governo eletrônico popularizou-se entre os anos finais do Século XX
e iniciais do Século XXI, sem a necessária consolidação do conceito e sem uma clara
definição de sua abrangência. Como conceito emergente, os riscos de sua aplicação
indiscriminada não podem ser ignorados. Mesmo assim, diversos autores empregam o
termo governo eletrônico para diferentes níveis de aplicação da tecnologia da
informação pelos órgãos públicos. De modo geral, os autores vinculam a noção de
governo eletrônico diretamente à utilização da Internet ou de outros meios de
interconexão eletrônica pelas organizações públicas.
A vinculação do conceito de governo eletrônico à utilização de Internet e a
outras formas de interconexão eletrônica pode ser vista em conceitos como aquele expresso por COELHO (2001a, p. 112):
“toda a prestação de serviços e informações, de forma eletrônica, para
outros níveis de governo, para empresas e para os cidadãos, vinte e
quatro horas por dia, sete dias por semana”.
Da mesma forma, a definição da OCDE baseia-se no aproveitamento do
potencial de transformação de estruturas e modelos de operação dos governos oferecido
pela Internet e tecnologias a ela relacionadas (OCDE, 2001).
IRMC (2001) entende que o termo governo eletrônico refere-se ao uso da
tecnologia da informação, especialmente a tecnologia de Internet e aplicacões
interconectadas para:
facilitar a comunicação e estimular o acesso e fornecimento de informações e
serviços públicos para cidadãos, empresas, funcionários públicos e outras
entidades governamentais;
ampliar a eficiência, eficácia e desempenho de processos e programas; e
permitir a facilitação e ampliação da participação dos cidadãos no processo
democrático.
Esta conceituação associa a idéia de governo eletrônico às novas formas de
oferta de informação e serviços, mas não a limita a novas ofertas, entendendo que tantos
os novos serviços e informações podem ser oferecidos como os serviços correntemente
não fornecidos on line. Assim, não se trata de operar uma substituição de canais de
tradicionais de distribuição, mas de sua suplementação por um novo canal.
A vinculação do termo à utilização da Internet aparece como decorrência da
popularização do uso dessa tecnologia entre os governos. Face às possibilidades de
constituição de novos canais de distribuição de serviços públicos através de portais ou
websites governamentais, vislumbrou-se o surgimento de uma nova categoria no campo
da utilização da tecnologia da informação. Observe-se que esta noção emerge
simultaneamente à disseminação dos processos da chamada “Reforma do Estado” e não
é sem motivo que muitos autores associam os dois fenômenos de maneira definitiva. JOIA (2002), por exemplo, afirma que:
“Sem dúvida alguma, o sucesso de Governo Eletrônico anda pari-passu
com o sucesso da reforma do próprio Estado. Em verdade, são dois
conceitos complementares.”
Entretanto, outros autores apresentam uma conceituação na qual o termo
“governo eletrônico” abraça qualquer utilização da tecnologia da informação por parte
dos governos. LENK e TRAUNMÜLLER (2001, citado por JOIA, 2002), claramente
influenciados pela metodologia do Balanced Scorecard (NORTON e KAPLAN, 1997),
apontam quatro perspectivas do governo eletrônico:
perspectiva do cidadão: fornecimento de serviços eletrônicos do governo
para cidadãos;
perspectiva de processos: alterações de processos de trabalho em
organizações públicas, ampliando sua eficiência e eficácia;
perspectiva da cooperação: promoção da integração entre órgãos
governamentais e destes com outras organizações, conferindo agilidade
aos processos decisórios e eliminando-se redundâncias; e
perspectiva da gestão do conhecimento: gerenciamento, a partir de
repositórios adequados, de conhecimento acumulado nos vários órgãos
governamentais.
Outros destacam o papel do uso da tecnologia da informação pelos governos
para a promoção da chamada “democracia digital”, incorporando sistemas de votação
eletrônica através da Internet ou de dispositivos off-line, sistemas de atendimento
telefônico e aplicação de tecnologia da informação a processos (FERREIRA e
ARAÚJO, 2000).
A definição de ONU e ASPA (2002, p. 54) situa o governo eletrônico no campo
das relações interorganizacionais, envolvendo a coordenação e implementação de
políticas e a prestação de serviços. Aqui, o Governo Eletrônico é diferenciado da
Governança Eletrônica (interação entre cidadãos, órgãos governamentais e autoridades)
e Administração Eletrônica (atividades organizacionais, gestão do conhecimento e
operação de políticas organizacionais).
As diferentes abordagens compartilham a mesma noção de governo eletrônico
como prestação de serviços contínua e remotamente, mas ocultam uma gama de
aplicações da tecnologia da informação, marcadas por distintos graus de integração dos
sistemas de informação e de níveis variáveis da presença dos recursos da tecnologia da
informação como elementos indissociáveis da operação dos processos organizacionais.

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Azorrague

Monday, December 31st, 2007

Azorrague, termo de origem controversa, é sinônimo de açoite, espécie de chicote, ou látego, usado para a aplicação de flagelo em condenados.


Roma Antiga

O Azorrague era um instrumento de tortura comum na Roma Antiga, usado pelos soldados, para supliciar os condenados. Ele era composto por oito tiras de couro que, em cada ponta, possuía um instrumento pérfuro-cortante, ou um pedaço de osso de carneiro.

Tinha seu uso aplicado como pena subsidiária, nalguns casos, onde o condenado à morte deveria ser antes objeto do castigo público.

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Luís Álvares de Távora

Monday, December 31st, 2007

D. Luís Álvares de Távora nasce a 17 de Março de 1634, filho de D. António Luís de Távora(1620-1653), 2º Conde de São João da Pesqueira, 16º Senhor de Távora e 8º Senhor do Mogadouro e de D. Arcângela Maria de Portugal(c.1620-?), filha do 4º Conde de Linhares. Herda o senhorio de seu pai vindo a ser 3º Conde de São João da Pesqueira, 17º Senhor de Távora e 9º Senhor do Mogadouro.


Carreira Militar

D. Luís Álvares de Távora destingui-se no campo militar na Guerra da Restauração. Embora contasse com apenas 8 anos quando a 1 de Dezembro de 1640 D. João IV é aclamado Rei de Portugal na varanda do Palácio da Ribeira por D. Antão de Almada, cedo o jovem conde começa a receber instrução militar. Esta aprendizagem era de carácter primordial para os jovens fidalgos, com excepção dos que seguiam a vida religiosa, mas revelava-se, à época, com contornos de obrigação premente devido à constante expectativa de uma ofensiva castelhana.
É assim que, ao entrar para a casa do 20, D. Luís Álvares de Távora combate no cerco de Badajoz. Em 1659 (com 24 anos) combate na Batalha das Linhas de Elvas na qual foi ferido. Nesse mesmo ano passa à região do Minho, como General de Cavalaria, onde, nos anos consequentes, obtém diversas vitórias. Em 1662 foi nomeado Gvernador de Armas de Trás-os-Montes. Participou ainda na Batalha de Montes Claros em 1665. Foi Conselheiro da Guerra de D. Afonso VI.


Posição na Corte

D. Luís Álvares de Távora fez parte da facção “pró-D. Pedro” aquando do golpe de Palácio de 23 de Novembro de 1668. Torna-se num dos homens de confiança do príncipe D. Pedro e é nomeado gentil-homem de sua câmara. Segundo as fontes da época era das pessoas que mais privavam com Sua Alteza, chegando-se mesmo a defini-lo com um valido. A sua alcunha na corte era o El Perfecto Caballero. Esta posição de grande influência, a par dos seus sucessos militares, granja-lhe a outorgação de Marquês de Távora a 8 de Agosto de 1669.


Família

D. Luís Álvares de Távora casou com aproximadamente 14 anos com a sua prima direita por via materna D. Maria Inácia de Menezes(c.1635-?).
As duas primeiras filhas nascem por volta de 1650: D. Maria Josefa de Távora e D. Inês Catarina de Távora. A primeira casa com D. Marcos de Noronha(1650-1718), 4º Conde de Arcos e a segunda com o seu tio D. Francisco de Távora, 1º Conde de Alvor.

Em 1556 nasce o herdeiro varão D.António Luís de Távora, que sucederá a seu pai na chefia do senhorio e casar-se-á com D. Leonor Teresa Rosa de Sousa(1652-1731), filha do 1º Marquês de Arronches e 3º Conde de Miranda.

A terceira filha nascerá posteriormente, mas em data incerta, recebendo o nome de D. Leonor Tomásia de Távora. Esta senhora casará em 1681 com Tristão António da Cunha(1663-1693), senhor do morgado de Paio Pires, e morrerá em 1725.

Conhecem-se mais quatro filhos (D. Rui Pires de Távora, D. Bernardo de Távora, D. Luís de Távora e D. Arcângela de Távora) que morreram à nascença ou em tenra idade.


Uma zanga da Marquesa

A Marquêsa de Távora encomendara a uma das aias da infanta D. Isabel Luísa Josefa, filha de D. Pedro II, uma jóia para uma das suas filhas. Como a criada tardava em arranjar a jóia à Marquesa esta destratou-a. Deste acontecimento doméstico fez queixa a seu pai a infanta, o que levou D. Pedro II a desterrar a Marquesa da Corte. O Marquês de Távora foi ao Paço Real despedir-se de Sua Majestade, provavalmente na esperança de que este voltasse atrás. Mas nem os laços de confidência entre o Rei e o Marquês de Távora o fizeram mudar a decisão.
Amargurado D. Luís Álvares de Távora recolheu-se à sua quinta no Campo Pequeno. Quando se preparava para seguir viagem morreu subitamente.


Ver Também

  • Marquês de Távora
  • Árvore Genealógica da Família Távora
  • Casa dos Távoras
  • D. António Luís de Távora, 2º Marquês de Távora
  • D. Pedro II


Fontes

Dicionário de Personalidades; de Silvares a Zusarte_volume 20; Colecção História de Portugal (José Hermano Saraiva)

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Formato

Monday, December 31st, 2007

Formato pode referir-se:

  • ao conceito de forma;
  • à forma ionizada do ácido metanóico (ácido fórmico).

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Kikyou

Monday, December 31st, 2007

é uma personagem da série InuYasha. É uma sacerdotisa (miko) que foi encarregada de vigiar a Jóia de Quatro almas (Shikon no Tama). Porém por conta de uma armadilha de Naraku faleceu, até que 50 anos depois foi ressuscitada com barro e seus ossos pela bruxa Urasue. Tem como irmã Kaede. No Brasil foi dublada por Letícia Quinto, com uma voz mais adulta.


Relação com Inuyasha

Conheceram-se como inimigos e se apaixonaram. Os dois descobriram uma nova vida um no outro, vida que eles acreditavam ser impossível para pessoas nas posições deles. Planejaram abandonar suas antigas vidas e começar uma outra, juntos. Sonho que foi interrompido por Naraku: vilão especialista em usar das fraquezas das pessoas como artimanhas para suas maldades, soube explorar muito bem a linha tênue existente entre o amor e o ódio. Fez com que os dois se odiassem. Kikyou, por ser humana, sentiu esse sentimento com mais intensidade que Inuyasha, logo sua resposta à suposta traição de seu amado foi mais intensa: o lacrou pela eternidade e escolheu morrer em seguida. O típico crime passional.

Rumiko Takahashi explora no trágico relacionamento de Kikyou e Inuyasha os papéis masculinos e femininos numa sociedade com poucas mudanças sociais; uma educação que impunha papéis bem específicos. Exemplificando, o amor de Kikyou e Inuyasha é, apesar de belo, impossível, uma representação de tudo o que é difícil num relacionamento entre um homem e uma mulher. São opostos fisicamente (meio-youkai e sacerdotisa: inimigos históricos) e psicologicamente (Inuyasha é ainda muito infantil enquanto Kikyou é uma mulher madura, segura de si e de seu papel na sociedade).


Passado

De início, Kikyou protegia a Jóia de Quatro almas de todos os demônios que queriam pegá-la para aumentar seu poder. Tais youkais eram obra da sacerdotisa Tsubaki, a qual amaldiçou Kikyou. Logo ela conhece InuYasha, um ser metade humano e metade youkai (hanyou) que queria pegar a Jóia para se transformar em um youkai completo. Com o tempo Kikyou se apaixonou por InuYasha.

Um dia InuYasha e Kikyou decidiram reunir-se para dar algo aos dois. Kikyou criou um colar Kotodama, que podia fazer com que InuYasha caia no chão com muita força caso Kikyou diga uma palavra especial. InuYasha lhe trouxe uma espécie de batom (em uma ostra) que era de sua mãe humana. Kikyou se sentiu culpada e não deu o colar. Em uma ocasião, Tsubaki tentou matar Kikyou lançando uma serpente demônio, porém Kikyou devolveu o ataque, jogando-o no olho de Tsubaki, a qual ganhou uma cicatriz ao redor de seu olho de pele de serpente. Desde então o ódio de Tsubaki só aumentou.

Kikyou se encontrava também cuidando de um bandido chamado Onigumo, o qual foi queimado e encontrava-se imobilizado. Kikyou cuidava dele e o alimentava. Com o tempo Onigumo desenvolveu um sentimento especial pela sacerdotisa. Eis que o mesmo deixa-se devorar por uma horda de youkais e se transforma em Naraku.


Primeira morte

Naraku desejava ver a Jóia de Quatro almas corrompida e para isso criou uma cilada contra Kikyou e InuYasha. Disfarçando-se de InuYasha Naraku a ataca de surpresa e a fere mortalmente. Em seguida Naraku devolve a jóia ao vilarejo, se disfarça de Kikyou e ataca InuYasha. Ele por sua vez sem entender nada resolve atacar o vilarejo e pegar a jóia, nisso Kikyou, que continuava gravemente ferida, chega e se depara com a cena de InuYasha fugindo com a Jóia de Quatro almas, acreditando que InuYasha sempre a enganara, com suas últimas forças ela o lacra com uma flecha sagrada na árvore, onde ele permanece lacrado por 50 anos, ela pede a sua irmã Kaede que queime seu corpo junto com a jóia, e morre logo em seguida.


Ressureição

Cinquenta anos se passaram. Uma jovem chamada Kagome Higurashi vêm do futuro com a Jóia de Quatro almas, e liberta InuYasha. Após juntarem-se com Miroku e Shippou, a bruxa Urasue ressuscita com barro e ossos Kikyou; Inuyasha ajuda, inconscientemente nesse processo, ao chamar o nome “Kikyou” (a alma de Kagome vai para o corpo da sacerdotisa). Ao ressuscitar, Kikyou pergunta furiosa a InuYasha o motivo de tê-la atacado. InuYasha responde que não fez nada com Kikyou, a qual acha que seu antigo amado está mentindo. Mas Kagome consegue, de alguma maneira, tomar a maior parte de sua alma de volta, deixando Kikyou com uma pequena parte. A bruxa Urasue afirma, antes de morrer, que a parte que ficou com Kikyou é apenas ódio do momento de sua morte.

Apesar do ódio de que a própria KIkyou diz sentir por Inuyasha, ela ainda o ama, e não nega isso. Tanto que ela deseja que ele morra também para que eles possam ficar juntos na eternidade, já que no mundo dos vivos isso não é mais possível.

Por seu corpo não ser de carne e osso e não possuir uma alma inteira, ela precisou encontrar maneiras de manter-se nessa segunda vida. A maneira encontrada por ela foi usar insetos carregadores de almas para pegar almas de moças mortas e dar para ela. Dessa maneira, seu corpo continua se movendo normalmente.

Essa Kikyou é bem diferente da antiga. Raramente sorri e permite-se sentir emoções negativas, como ódio, inveja e rancor. Mas com o passar do tempo, ela volta a ser mais parecida com a antiga sacerdotisa por quem Inuyasha se apaixonou. Ela é vista várias vezes ajudando pessoas e deixa de odiar Inuyasha.


Segunda morte

Naraku ressuscitou o Exército dos Sete para distrair InuYasha e seus amigos, enquanto ele realizava sua transformação no monte Hakurei. Após a derrota do Exército dos Sete e a destruição do monte Hakurei, Naraku surge, ainda mais poderoso. Desta vez ele retirou de si a essência de Onigumo, que impedia que Naraku matasse Kikyou. Após ser acertada por um golpe de Naraku, ela é derruba no miasma e supostamente morre. Entretanto, Kikyou não morre “de novo”, pois seu corpo feito de terra é resistente e não foi derretido. Mas o miasma que havia entrado dentro do ferimento a derretia de dentro para fora. E Kagome salvou-a por sentir-se obrigada a fazê-lo. Kikyou não a agradeceu por causa disso, dizendo-lhe que ela não a salvou de coração, apesar de ter tido boa vontade. A importância da colocação de Kikyou é dada bem mais adiante na estória.


Terceira Morte

O miasma injetado por Narak em Kikyou no monte Hakurei nunca saiu de seu corpo por completo, mesmo com a purificação de Kagome. De forma lenta, o miasma voltou a se espalhar pelo seu corpo. Sua situação piorou quando ela ajudou Mirok a se livrar do miasma que o estava matando. Então, em mais uma das armadilhas de Naraku, Kikyou, Inuyasha e Kagome se vêem presos em teias de aranha. Essas teias mostram a eles acontecimentos de 50 anos atrás, com o objetivo de macular seus espíritos. Kikyou, bastante enfraquecida, diz para Kagome que o único jeito de salvá-la seria dar-lhe uma flechada no peito, mas para isso Kagome teria que arrumar um novo arco (já que o da Kikyou havia se quebrado). Kagome, depois de enfrentar muitas dificuldades impostas por ela mesma (daí a importância do que Kikyou disse-lha na primeira vez que Kagome a salvou), consegue o novo arco. Kikyou e Naraku travam uma luta espiritual pelo poder da Jóia de quatro almas. Muito debilitada, ela não consegue purificar a jóia por completo, mas deixa um ponto de luz dentro dela. Kagome atira a flecha em Kikyou, mas já é tarde demais, e não surte efeito. Nos braços de Inuyasha, Kikyou diz que finalmente se sente uma mulher comum. Ao ouvir essas palavras, ele a beija - é o momento que esperam há muito tempo (Kikyou ser livre). Kikyou morre, em paz, nos braços de Inuyasha.

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Da Vinci (banda)

Monday, December 31st, 2007

Da Vinci é uma banda de música portuguesa, famosa pelo seu single “Conquistador”.


História

Os Da Vinci formaram-se em 1982. Nesse ano obtiveram grande sucesso com os temas “Lisboa Ano 1000″ e “Hiroxima (Meu Amor)”.

Em 1983 lançaram o álbum “Caminhando”.

“A Jóia do Lótus” é o nome do álbum de 1988.

Em 1989 ganharam o 1º prémio do 25º Festival RTP da Canção, o 1º prémio de interpretação, o prémio de popularidade da Casa da Imprensa Mensagem TV Europa, e representaram Portugal em Lausanne, Suíça, no Festival Eurovisão da Canção desse ano, transmitindo a sua imagem para milhões de espectadores em todo o mundo, com o tema “Conquistador”.

No mesmo ano, o grupo fez uma longa tournée por Portugal continental e ilhas, e pelas Comunidades Portuguesas no estrangeiro, lançando a sua carreira internacional em França, Suíça e África do Sul.

Em Maio de 1990, os Da Vinci foram galardoados com um Disco de Ouro e um Disco de Platina, com o álbum “Conquistador” e o respectivo single que foi editado em vários países da Europa. No mesmo ano é lançado o álbum “Dança dos Planetas”, que inclui os singles “Nasci em Portugal” e “Num Tapete Voador”.

Em 1991 divulgaram o seu novo show ao vivo em Portugal e ainda correram o Canadá, onde obtiveram grande êxito na passagem de ano 91/92, em Toronto.

Em 1993 lançaram o álbum “Entre o Inferno e o Paraíso” que incluía o sucesso “Tirem-me deste Filme”.

Em 1995 é lançado o álbum “Oiçam”. O disco inclui um megamix de êxitos antigos (Da Vinci Old Medley) e versões dos clássicos “Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades” e “O Vento Mudou”.

Quatro anos depois, em 1999, os Da Vinci lançaram o álbum “Momentos de Paixão”.

“Nocturnas” é o espectáculo que assinalou o regresso do grupo aos palcos em 2003.
Foi construído sobre um leque de canções ‘escondidas’ ao longo dos anos no meio dos discos gravados pelo grupo.

O grupo é formado pelo casal Iei Or (voz principal e letras) e Pedro Luís (compositor, produtor, teclados e voz).


Discografia

  • Caminhando (1983)
  • A Jóia no Lótus (1988)
  • Conquistador (1989)
  • Dança dos Planetas (1990)
  • Conquistador - Dança dos Planetas (1990)
  • Entre o Inferno e o Paraíso (1993)
  • Oiçam (1995)
  • Momentos de Paixão (1999)


Ligações Externas

  • Site Oficial
  • Da Vinci em Anos80

Resources

Torre da Estação Ferroviária de Pinhal Novo

Monday, December 31st, 2007

A torre de sinalização e manobra ferroviária da estação de Pinhal Novo foi um projecto da autoria do arquitecto José Ângelo Cottinelli Telmo desenvolvido entre Maio a Setembro de 1936, e foi inaugurada em Outubro de 1938, por encomenda da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, e elaborado na Divisão de Via e Obras C.P.

O edifício existente está classificado com Imóvel de Interesse Municipal. Apesar das intenções da REFER de a demolir, um movimento local de protecção do património - que contou com o apoio da Ordem dos Arquitectos - conseguiu garantir a sua permanência no local original. Não há ainda uma clara definição da viabilidade de se tornar um espaço musealizado, como era intenção da câmara municipal.

Estação Ferroviária de Pinhal Novo

Resources

  • Jóia - Wikipédia O termo Jóia pode referir-se a:. Jóia - um artigo de joalheria (ou joalharia). Jóia - município brasileiro no Rio Grande do Sul.
  • A Jóia Maldita | Documentarios.org A Jóia Maldita. Você acredita em maldições? Tem gente que acha que elas Você vai ver neste vídeo uma destas histórias: O Mistério da Jóia Maldita.
  • Jóia de minas Ou através das palavras da intelectual e escritora Ilma Fontes publicadas no jornal O Capital, de Aracaju - SE : “O jornal Fundinho Cultural, uma jóia de
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  • Grupos Pedro Joia quis mesmo mostrar ao mundo a relação que desenvolveu com essa Desde há dois anos, Pedro Joia é professor de guitarra flamenca e clássica na
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Jóia de Quatro almas

Monday, December 31st, 2007

A Jóia de Quatro Almas ou é uma relíquia antiga na série de mangá e anime InuYasha. Esta jóia mágica dá poderes ilimitados a quem a possuir, se tornando o pivô da disputa entre os protagonistas e antagonistas da série.

Há mais de 50 anos antes dos eventos na era feudal da série, a guarda da jóia fora designada à jovem Kikyou, sacerdotiza(miko) do templo na antiga Edo. Após uma série de eventos planejados por Naraku que culminaram na morte da sacerdotiza e o selamento de seu amante InuYasha, a jóia, corrompida por sentimentos de ódio é queimada junto ao corpo de Kikyou com a intenção de nunca ser utilizada por alguém com intenções maléficas.

Na era moderna, Kagome Higurashi, a reencarnação da alma de Kikyou, é levada por um youkai até a era feudal e é ferida por ele, assim expelindo a jóia que estava escondida dentro de seu corpo.

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Shuhei Aoyama

Monday, December 31st, 2007

Shuhei Aoyama (5 de dezembro de 1984) é um motociclista japonês.

Atualmente disputa o mundial das 250cc da MotoGP com a moto Honda.

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História da química

Monday, December 31st, 2007

A história da química está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento do homem, já que abarca todas as transformações de matérias e as teorias correspondentes. Com frequência a história da química se relaciona intimamente com a história dos químicos e — segundo a nacionalidade ou tendência política do autor — ressalta em maior ou menor medida os sucessos alcançados num determinado campo ou por uma determinada nação.
A ciência química surge no século XVII a partir dos estudos de alquimia populares entre muitos dos cientistas da época. Considera-se que os princípios básicos da química se recolhem pela primeira vez na obra do cientista britânico Robert Boyle: The Sceptical Chymist (1661). A química, como tal, começa a ser explorada um século mais tarde com os trabalhos do francês Antoine Lavoisier e as suas descobertas em relação ao oxigênio, à lei da conservação da massa e à refutação da teoria do flogisto como teoria da combustão.
[[Imagem:Experiment in chemistry.jpg|thumb|left|A química estuda a estrutura, propriedades e transformações da matéria]]


Primeiros avanços da química

O princípio do domínio da química (que para alguns antropólogos coincide com o princípio do homem moderno) é o domínio do fogo. Há indícios de que faz mais de 500.000 anos, em tempos do Homo erectus, algumas tribos conseguiram este sucesso que ainda hoje é uma das tecnologias mais importantes. Não só dava luz e calor na noite, como ajudava a proteger-se contra os animais selvagens. Também permitia a preparação de comida cozida. Esta continha menos microorganismos patogênicos e era mais facilmente digerida. Assim, baixava-se a mortalidade e melhoravam as condições gerais de vida.

O fogo também permitia conservar melhor a comida e especialmente a carne e os peixes secando-os e defumando-os.

Desde este momento teve uma relação intensa entre as cozinhas e os primeiros laboratórios químicos até o ponto que a pólvora negra foi descoberta por uns cozinheiros chineses.

Finalmente, foram imprescindíveis para o futuro desenvolvimento da metalurgia materiais como a cerâmica e o vidro, além da maioria dos processos químicos.


A metalurgia

A metalurgia como um dos principais processos de transformação utilizados até hoje começou com o descobrimento do cobre. Ainda que exista na natureza como Elemento químico, a maior parte acha-se em forma de minerais como a calcopirita, a azurita ou a malaquita. Especialmente as últimas são facilmente reduzidas ao metal. Supõe-se que algumas jóias fabricadas de algum destes minerais e caídas acidentalmente ao fogo levaram ao desenvolvimento dos processos correspondentes para obter o metal.

Depois, por experimentação ou como resultado de misturas acidentais se descobriu que as propriedades mecânicas do cobre podiam-se melhorar em suas ligas de metais. Especial sucesso teve a liga de metais do cobre com o estanho e traças de outros elementos como o arsênico — liga conhecida como bronze — que se conseguiu de forma aparentemente independente no Oriente Próximo e na China, desde onde se estendeu por quase todo o mundo e que deu o nome à Idade do Bronze.

Umas das minas de estanho mais importantes da Antiguidade se achavam nas Ilhas Britânicas. Originalmente o comércio foi dominado pelos Fenícios. Depois, o controle deste importante recurso provavelmente fora a razão da invasão romana na Britânia.
[[Imagem:Hot metalwork.jpg|thumb|200px|right|Metal incandescente.]]
Os Hititas foram um dos primeiros povos a obter o ferro a partir dos seus minerais. Este processo é muito mais complicado já que requer temperaturas mais elevadas e, portanto, a construção de fornos especiais. No entanto, o metal obtido assim era de baixa qualidade com um elevado conteúdo em carbono, tendo que ser melhorado em diversos processos de purificação e, posteriormente, ser forjado. A humanidade demorou séculos para desenvolver os processos actuais de obtenção de aço (geralmente por oxidação das impurezas insuflando oxigênio ou ar no metal fundido, processo conhecido com o nome de “processo de Bessemer”). O seu domínio foi um dos pilares da Revolução Industrial.

Outra meta metalúrgica foi a obtenção do alumínio. Descoberto a princípios do século XIX e, no princípio, obtido por redução dos seus sais com metais alcalinos, destacou-se pela sua rapidez. O seu preço superou o do ouro e era tão apreciado que uns talheres presenteados à corte francesa foram fabricados neste metal. Com o descobrimento da síntese por electrólise e posteriormente o desenvolvimento dos geradores eléctricos, o seu preço caiu, abrindo-se novo.


A cerâmica

[[Imagem:Egypte louvre 232 pot.jpg|thumb|left|100px|Ânfora egípcia.]]

Outro campo de desenvolvimento que acompanhou o homem desde a Antiguidade até o laboratório moderno é a cerâmica. Suas origens datam da pré-história, quando o homem descobriu que os recipientes feitos de argila mudavam as suas características mecânicas e incrementavam sua resistência frente à água se eram esquentados no fogo. Para controlar melhor o processo desenvolveram-se diferentes tipos de fornos. No Egipto descobriu-se que, recobrindo a superfície com misturas de determinados minerais (sobretudo misturas baseadas no feldspato e a galena, esta se cobria com uma capa muito dura e brilhante, o esmalte, cuja cor podia variar livremente adicionando pequenas quantidades de outros minerais e/ou condições de aeração no forno). Estas tecnologias difundiram-se rapidamente. Na China aperfeiçoaram-se as tecnologias de fabricação das cerâmicas até descobrir a porcelana no século VII. Somente no século XVIII foi que Johann Friedrich Böttger reinventou o processo na Europa.
[[Imagem:Fibreoptic.jpg|thumb|right|140px|Fibra óptica]]
Relacionado com o desenvolvimento da cerâmica está o desenvolvimento do vidro a partir do quartzo e do carbonato de sódio ou de potássio. O seu desenvolvimento igualmente começou no Antigo Egipto e foi aperfeiçoado pelos romanos. A sua produção em massa no final do século XVIII obrigou ao governo francês a promover um concurso para a obtenção do carbonato sódico, já que com a fonte habitual - as cinzas da madeira - não se obtinham em quantidades suficientes como para cobrir a crescente demanda. O ganhador foi Nicolas Leblanc, ainda que seu processo caiu em desuso devido ao processo de Solvay, desenvolvido meio século mais tarde, que deu um forte impulso ao desenvolvimento da indústria química.

Sobretudo as necessidades da indústria óptica de vidro de alta qualidade levaram ao desenvolvimento de vidros especiais com adicionados de boratos, aluminosilicatos, fosfatos etc. Assim conseguiram-se vidros com constantes de expansão térmica especialmente baixas, índices de refracção muito elevados ou muito pequenos, etc. Este desenvolvimento impulsionou, por exemplo, a química dos elementos das terras-raras.

Ainda hoje a cerâmica e o vidro são campos abertos à investigação.


A química como ciência

thumb|left|O Alquimista, de Pietro Longhi
O filósofo grego Aristóteles acreditava que as substâncias eram formadas por quatro elementos: terra, vento, água e fogo. Paralelamente, discorria outra teoria, o atomismo, que postulava que a matéria era formada por átomos, partículas indivisíveis que se podiam considerar a unidade mínima da matéria. Esta teoria, proposta pelo filósofo grego Demócrito de Abdera não foi popular na cultura ocidental dado o peso das obras de Aristóteles na Europa. No entanto, tinha seguidores (entre eles Lucrécio) e a idéia ficou presente até o princípio da Idade Moderna.

Entre os séculos III a.C. e o século XVI d.C a química estava dominada pela alquimia. O objetivo de investigação mais conhecido da alquimia era a procura da pedra filosofal, um método hipotético capaz de transformar os metais em ouro. Na investigação alquímica desenvolveram-se novos produtos químicos e métodos para a separação de elementos químicos. Deste modo foram-se assentando os pilares básicos para o desenvolvimento de uma futura química experimental.
thumb|right|Antoine Lavoisier é considerado o pai da química moderna
A química, como é concebida actualmente, começa a desenvolver-se entre os séculos XVI e XVII. Nesta época estudou-se o comportamento e propriedades dos gáses estabelecendo-se técnicas de medição. Pouco a pouco foi-se desenvolvendo e refinando o conceito de elemento como uma substância elementar que não podia ser descomposto em outras. Também esta época desenvolveu-se a teoria do flogisto para explicar os processos de combustão.

Por volta do século XVIII a química adquire definitivamente as características de uma ciência experimental. Desenvolvem-se métodos de medição cuidadosos que permitem um melhor conhecimento de alguns fenômenos, como o da combustão da matéria, descobrindo Antoine Lavoisier o oxigênio e assentando finalmente os pilares fundamentais da química moderna.


O vitalismo e o começo da química orgânica

[[Imagem:Friedrich woehler.jpg|thumb|left|130px|Friedrich Wöhler]]
Tão cedo se compreendessem os princípios da combustão, outro debate de grande importância apoderou-se da química: o vitalismo e a distinção essencial entre a matéria orgânica e inorgânica. Esta teoria assumia que a matéria orgânica só podia ser produzida pelos seres vivos atribuindo este facto a uma vis vitalis (força ou energia vital) inerente na própria vida. A base desta teoria era a dificuldade de obter matéria orgânica a partir de precursores inorgânicos. Este debate foi revolucionado quando Friedrich Wöhler descobriu acidentalmente como se podia sintetizar a ureia a partir do cianato de amónio, em 1828, mostrando que a matéria orgânica podia criar-se de maneira química. No entanto, ainda hoje se mantém a classificação em química orgânica e inorgânica, ocupando-se a primeira essencialmente dos compostos do carbono e a segunda dos compostos dos demais elementos.

Os motores para o desenvolvimento da química orgânica eram, no princípio, a curiosidade sobre os produtos presentes nos seres vivos (provavelmente com a esperança de encontrar novos fármacos) e a síntese dos corantes ou tinturas. A última surgiu depois da descoberta da anilina por Runge e a primeira síntese de um corante artificial por Perkin.

Depois adicionaram-se os novos materiais como os plásticos, os adesivos, os cristais líquidos, os fitossanitários, etc.

Até à Segunda Guerra Mundial a principal matéria-prima da indústria química orgânica era o carvão, dada a grande importância da Europa no desenvolvimento desta parte da ciência e o facto de que em Europa não há grandes jazigos de alternativas como o petróleo.

Com o final da segunda guerra mundial e o crescente peso dos Estados Unidos no sector químico, a química orgânica clássica se converte cada vez mais na petroquímica que conhecemos hoje. Uma das principais razões era a maior facilidade de transformação e a grande variedade de produtos derivados do petróleo.


A tabela periódica e a descoberta dos elementos químicos

[[Imagem:Medeleeff by repin.jpg|thumb|right|150px|Retrato de Dmitri Mendeleyev por Ilya Repin]]
Em 1860, os cientistas já tinham descoberto mais de 60 elementos químicos diferentes e tinham determinado sua massa atômica. Notaram que alguns elementos tinham propriedades químicas similares pelo que deram um nome a cada grupo de elementos parecidos. Em 1829, o químico J. W. Döbenreiner organizou um sistema de classificação de elementos no qual estes agrupavam-se em grupos de três denominados tríades. As propriedades químicas dos elementos de uma tríade eram similares e suas propriedades físicas variavam de maneira ordenada com sua massa atômica.

Alguns anos mais tarde, o químico russo Dmitri Ivanovich Mendeleyev desenvolveu uma tabela periódica dos elementos segundo a ordem crescente das suas massas atômicas. Dispôs os elementos em colunas verticais começando pelos mais levianos e, quando chegava a um elemento que tinha propriedades semelhantes às de outro elemento, começava outra coluna. Em pouco tempo Mendeleiev aperfeiçoou a sua tabela acomodando os elementos em filas horizontais. O seu sistema permitiu-lhe predizer com bastante exatidão as propriedades de elementos não descobertos até o momento. A grande semelhança do germânio com o elemento previsto por Mendeleyev conseguiu finalmente a aceitação geral deste sistema de ordenação que ainda hoje segue-se aplicando.

A evolução da tabela periódica
190px|Tabela periódica de Mendeleyev 400px|center|Tabela periódica atual
Tabela periódica de Mendeleyev
(ampliar)
Tabela periódica actual
(ampliar)


Desenvolvimento da teoria atômica

Ao longo do século XIX a química estava dividida entre os seguidores da teoria atómica e aqueles que não a subscreviam, como Wilhelm Ostwald e Ernst Mach. Os impulsores mais decididos da teoria atômica foram Amedeo Avogadro, Ludwig Boltzmann e outros, que conseguiram grandes avanços no entendimento do comportamento dos gases. A disputa foi finalizada com a explicação do efeito Browniano por Albert Einstein em 1905 e pelos experimentos de Jean Perrin a respeito.

Muito antes que a disputa tivesse sido resolvida muitos pesquisadores tinham trabalhado sob a hipótese atômica. Svante Arrhenius tinha pesquisado a estrutura interna dos átomos propondo a sua teoria da ionização. O seu trabalho foi seguido por Ernest Rutherford, quem abriu as portas ao desenvolvimento dos primeiros modelos de átomos que desembocariam no modelo atômico de Niels Bohr. Na actualidade o estudo da estrutura do átomo considera-se um ramo da física e não da química.

A evolução dos modelos atômicos
150px|Modelo atômico de Thomson 150px|center|Modelo atômico de Rutherford 150px|center|Modelo atômico de Bohr
Modelo atômico de Thomson Modelo atômico de Rutherford Modelo atômico de Bohr


Breve cronologia


Antiguidade


Egipto

  • Extração do ferro.
  • Fabricação do vidro.
  • Os egípcios conhecem a fermentação que permite-lhes produzir cerveja. Eles fabricam corantes utilizados sobretudo para maquiagens.


China

  • Fabricação da porcelana.
  • Utilização da Pólvora.


Grécia

  • Para Empédocles existem quatro elementos: a água, o ar, o fogo e a terra, que se atraem ou se repelem. Platão retoma mais tarde esta teoria associando estes quatro elementos a formas geométricas.
  • O filósofo Anaxágoras vê o mundo em mudança perpétua, sem criação nem destruição de matéria mas com reordenações das partículas elementares.
  • Leucipo, e depois Demócrito, acham que a matéria está composta de partículas elementares, os átomos.


Nascimento da alquimia

  • A alquimia nasce em Alexandria por volta do século IX a.C. Os alquimistas tentam conseguir ouro a partir de diversos metais. Seu objectivo é a fabricação da pedra filosofal, que transmuta os metais em ouro e permite a preparação da panacéia ou remédio universal. Os corpos classificam-se em sólidos, líquidos e vapores e segundo a sua cor. Eles interagem segundo leis de simpatia e de antipatia.


Idade Média


Civilização árabe

  • A civilização árabe conta alquimistas brilhantes. Procurando ouro, trabalham sobre outras matérias como por exemplo o ácido nítrico e aperfeiçoam a destilação.


Ocidente

  • A alquimia aparece no Europa com raiz em traduções de textos árabes. Além disso, adotam-se os numerosos termos árabes (por exemplo, álcali) que ainda hoje se usam.


Século XVI

  • Paracelso, através da sua prática da medicina e suas investigações sobre os medicamentos, é considerado como o precursor da química moderna.


Século XVII

  • Newton, que é alquimista além de físico, acha que existem forças entre as partículas, comparáveis às forças de gravitação.


Século XVIII

  • Descoberta do oxigênio por Scheele e Priestley.
  • Síntese da água por Cavendish.
  • Descoberta do princípio da conservação da massa por Mikhail Lomonosov (sem divulgação na Europa Ocidental).
  • Teorias de Lavoisier.


Século XIX

  • 1828: Síntese da ureia por Wöhler, demonstrando a unidade da química mineral e da química orgânica, anteriormente consideradas dois campos independentes (refutação do «princípio de vida»).
  • 1869: Mendeleiev publica a sua classificação periódica dos elementos.


Século XX

  • 1913: Bohr publica o seu modelo da estrutura do átomo.
  • 1926: Schrödinger publica o seu modelo da estrutura do átomo, modelo que se utiliza hoje.
  • 1953: Descoberta da estrutura do DNA por Watson e Crick.


Artigos relacionados

  • Alquimia
  • Descoberta dos elementos químicos
  • História da medicina
  • História da tecnologia
  • Prémio Nobel de Química


Químicos célebres

Lista de químicos célebres que não foram citados neste artigo.

  • Robert Boyle, 1627-1691
  • Joseph Black, 1728-1799
  • Alessandro Volta, 1745-1827
  • Jacques Charles, 1746-1823
  • Joseph-Louis Gay-Lussac, 1778-1850
  • Humphry Davy, 1778-1829
  • Michael Faraday, 1791-1867
  • Justus von Liebig, 1803-1873
  • Louis Pasteur, 1822-1895
  • Stanislao Cannizzaro, 1826-1910
  • Friedrich August Kekulé von Stradonitz, 1829-1896
  • Marie Curie, 1867-1934
  • Victor Grignard, 1871-1935
  • Linus Pauling, 1901-1994


Leituras adicionais


Em português

  • Michael Faraday: A História Química de uma Vela - As Forças da Matéria. Editora: Contraponto. ISBN 8585910526
  • Robson Fernandes de Farias: Para Gostar de Ler a História da Química. Editora: Átomo. ISBN 8587585444
  • Robson Fernandes de Farias: Para Gostar de Ler a História da Química - Vol. 2. Editora: Átomo. ISBN 8587585681
  • Robson Fernandes de Farias: Para Gostar de Ler a História da Química - Vol. 3. Editora: Átomo. ISBN 8576700115
  • Paul Strathern: O Sonho de Mendeleiev - A Verdadeira História da Química. Editora: Jorge Zahar. ISBN 8571106533
  • Carl Djerassi: O Dilema de Cantor. (Do original: Cantor’s Dilemma) Editora Nova Fronteira S.A. ISBN 8520909876


Em inglês

  • J. R. Partington: A Short History of Chemistry. Editora: Dover Publications. ISBN 0486659771
  • William H. Brock: The Chemical Tree: A History of Chemistry. Editora: W. W. Norton & Company. ISBN 0393320685
  • William H. Brock: The Norton History of Chemistry (Norton History of Science). Editora: W. W. Norton & Company. ISBN 0393310434
  • Bernard Jaffe: Crucibles: The Story of Chemistry. Editora: Dover Publications. ISBN 0486233421
  • Trevor H. Levere: Transforming Matter : A History of Chemistry from Alchemy to the Buckyball (Johns Hopkins Introductory Studies in the History of Science). Editora: The Johns Hopkins University Press. ISBN 0801866103


==


Em português

  • Análise exaustivo da história da química
  • Completa revisão da história da química no site feiradeciencias.com, o site do aluno e do profesor
  • Galeria de químicos famosos


Em inglês

  • Texto completo do livro The Skeptical Chymist on-line
  • Alguns escritos selecionados sobre a química

Resources

Cássia Kiss

Monday, December 31st, 2007

Cássia Kiss (São Caetano do Sul, 6 de janeiro de 1958) é uma atriz brasileira descendente de húngaros. É adepta da filosofia de vida vegana.

A atriz foi casada com José Alberto Fonseca, com quem tem dois filhos: Joaquim Maria, nascido em 1996, e Maria Cândida, nascida em 1997. Atualmente, Cássia é casada com Sérgio Brandão, com quem tem dois filhos: João Gabriel, nascido em 2003, e Pedro Miguel, nascido em 2004).


Carreira


Na TV

  • 2007 - Eterna Magia …. Zilda
  • 2006 - Cobras e Lagartos …. Henriqueta/Teresa
  • 2002 - Sabor da Paixão …. Cecília
  • 2001 - Porto dos Milagres …. Adma
  • 2000 - Esplendor …. Adelaide
  • 1997 - Por Amor …. Isabel
  • 1996 - Quem é Você …. Beatriz
  • 1993 - Fera Ferida …. Ilka Tibiriçá
  • 1990 - Barriga de Aluguel …. Ana
  • 1990 - Pantanal …. Maria Marruá (Rede Manchete)
  • 1988 - Vale Tudo …. Leila
  • 1987 - Brega & Chique …. Silvana
  • 1985 - Roque Santeiro …. Lulu
  • 1984 - Livre para Voar …. Verona
  • 1987 - Alta Rotação


Minisséries

  • 2006 - JK …. Maria
  • 2005 - Mad Maria …. Amália
  • 2004 - Um Só Coração …. Guiomar Penteado


No cinema

  • 2007 - Não por Acaso
  • 2001 - Bicho de Sete Cabeças
  • 2001 - Condenado à liberdade
  • 2000 - O circo das qualidades humanas
  • 2000 - A hora marcada
  • 1991 - A Grande Arte
  • 1987 - Alta rotação
  • 1987 - Ele, o Boto
  • 1987 - O País dos Tenentes
  • 1984 - Memórias do Cárcere


Premiações

  • Ganhou o Troféu Passista de Melhor Atriz Coadjuvante, no Festival de Recife, por Bicho de sete cabeças (2001).


Campanhas

  • Em 1989, estrelou o comercial do Ministério da Saúde sobre a prevenção ao câncer de mama.
  • Em 2006, foi madrinha, no Brasil, da Semana Mundial de Aleitamento Materno.


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Cassia Kiss
Cassia Kiss

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Rio Ijuizinho

Monday, December 31st, 2007

O rio Ijuizinho é um rio brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.

Nasce em Jóia, passa por Eugênio de Castro e Entre-Ijuís e desemboca no Rio Ijuí, no limite de Entre-Ijuís com Santo Ângelo.

Ijuizinho

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  • Adriana eu posso Nome: Adri Joia Idade: 34 anos Cidade: São Paulo/SP Gosto: Fazer novos amigos Adri Joia. - Postado por: Adri às 17h05 [ ] [ envie esta mensagem ]
  • Jóia Hotel Poços de Caldas Joia Hotel em Poços de Caldas. Suites com frigobar, ar condicionado, telefone, tv com controle, hidromassagem. Piscina térmica coberta. No Centro da cidade,
  • Jóia de Quatro almas - Wikipédia A Jóia de Quatro Almas ou Shikon no Tama (四魂の玉, Shikon no Tama?) é uma relíquia antiga na série de mangá e anime InuYasha. Esta jóia mágica dá poderes
  • Pedro Joia musica portuguesa Pedro Joia musica portuguese music Pedro Joia joia musica portuguesa Portuguese music Portuguese guitar guitarra portuguesa flamenco musica portuguesa portuguese music musica arabe musica